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Beringela Tsakoniki

Beringela Tsakoniki

€1,59 EUR
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Uma beringela de aparência inconfundível — casca violeta percorrida por elegantes riscas brancas, frutos cilíndricos de 20 a 25 cm.

Sobre a variedade. A Tsakoniki distingue-se pela polpa firme, pele fina e tenra e sabor delicadamente doce. O crescimento é generoso e a planta adapta-se bem ao vaso.

Quantidade por saqueta

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Beringela Tsakoniki

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Beringela Tsakoniki

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Beringela Tsakoniki
Dias até à colheita 35–65 dias desde a transplantação
Germinação7–21 dias
Profundidade de sementeira0,5–1 cm
Compasso 50–60 × 70–90 cmna linha × entre linhas
Altura da planta60–90 cm
Temperatura ideal22–30 °C
pH do solo5,5–7,0
GeadaSensível

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Adequada a vaso

Itinerário técnico

Como cultivar beringela tsakoniki?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em tabuleiro oito a dez semanas antes da plantação, a meio centímetro, com o substrato entre 25 °C e 30 °C. Tal como o pimento, é lenta a germinar e sem calor de fundo falha. Repica para vaso individual e planta fora só com noites acima de 15 °C, porque o frio precoce bloqueia a planta durante semanas. Nas regiões de Verão curto, cultiva em estufa ou túnel. Planta ao mesmo nível a que estava no vaso, porque, ao contrário do tomate, não cria raízes ao longo do caule. Quando a planta tiver cerca de 30 centímetros, desponta a ponta para ramificar e coloca um tutor, porque os frutos pesam.

Solo

Quer solo profundo, fértil, quente e bem drenado, com pH entre 5,5 e 7,0. Aprecia solos que aquecem depressa, como os arenosos melhorados com composto. Um solo frio e pesado atrasa a planta de forma difícil de recuperar. Roda de quatro em quatro anos com culturas fora das solanáceas.

Clima

É a solanácea mais exigente em calor. Precisa de 22 °C a 30 °C e de sol pleno; abaixo de 15 °C pára completamente e a flor cai. Também sofre com vento forte, que parte os ramos. No litoral atlântico, com noites frescas e nevoeiro matinal, escolhe o ponto mais soalheiro e abrigado do vento e afasta bem as plantas para o ar circular. No interior ibérico o calor é o factor limitante: nas semanas acima de 35 °C a planta pára de vingar e convém dar sombra ligeira a meio do dia. No norte de França e na Alemanha compensa cultivar em estufa, túnel ou junto a um muro virado a sul, plantando só depois de meados de Maio. Onde o Verão é curto, prefere sempre as variedades de ciclo mais curto e antecipa a sementeira em tabuleiro aquecido. Esta é uma variedade precoce, o que a torna especialmente indicada para regiões de Verão curto como o norte de França e a Alemanha, e também para uma segunda cultura de fim de estação no Sul.

Fertilização

Incorpora dois a três quilos de composto curtido ou estrume maduro por metro quadrado antes de plantar e junta um punhado de farinha de ossos ou de cinza de madeira para o fósforo e o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando a uma fórmula mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

Rega abundante e regular durante todo o ciclo, sempre ao pé da planta. A falta de água endurece a polpa e amarga o fruto; o excesso apodrece a raiz. A cobertura de palha é quase obrigatória no Verão ibérico para manter a raiz fresca.

Controlo de Infestantes

Sacha à mão nas primeiras semanas, quando a planta ainda é pequena e perde qualquer disputa por luz e água. Depois de instalada, cobre o solo com uma camada de cinco a sete centímetros de palha, relva seca ou folhas: trava as infestantes, mantém a humidade e evita que a chuva salpique terra para as folhas de baixo, que é como começa a maioria das doenças. Sacha sempre superficialmente para não cortar as raízes que correm à flor da terra.

Controlo de Pragas

O escaravelho da batateira e a aranha vermelha são as pragas mais destrutivas, seguidos de afídeos, mosca branca e tripes. Apanha os escaravelhos e as posturas alaranjadas à mão logo no início e aplica Bacillus thuringiensis var. tenebrionis se a população crescer. A aranha vermelha instala-se no calor seco, sobretudo em estufa: aumenta a humidade do ar, lava a folha e usa óleo de neem. Sabão potássico controla afídeos e mosca branca.

Doenças

A verticiliose é a doença mais séria: a planta murcha a meio do dia e recupera à noite, até secar. Não tem tratamento e evita-se com rotação longa e solo bem drenado. O oídio e a botrytis aparecem em ambiente fechado e húmido, sobretudo em estufa mal arejada. A podridão do colo surge quando se planta em solo encharcado ou fundo demais: planta ao mesmo nível a que estava no vaso.

Colheita

Colhe quando a pele estiver brilhante e firme e o fruto ceder ligeiramente à pressão. Uma pele baça e sementes escuras significam que passou do ponto e ficou amarga. Corta sempre com tesoura ou faca, porque o pedúnculo é lenhoso e puxar danifica a planta. Colher cedo e com frequência mantém a planta a produzir até ao fim da estação. Conta cerca de 35 a 65 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é casca violeta com riscas brancas e polpa branca, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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