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Couve de Bruxelas Groninger

Couve de Bruxelas Groninger

€1,90 EUR
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Uma couve-de-Bruxelas robusta, de rebentos pequenos e compactos que adoram o frio.

Sobre a variedade. Variedade fácil de cultivar, produz brotos redondos de cabeças firmes e de sabor excelente e estável; prospera em climas frios e melhora até com geadas leves.

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Couve de Bruxelas Groninger

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Couve de Bruxelas Groninger

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Couve de Bruxelas Groninger
Dias até à colheita 180–200 dias desde a transplantação
Germinação5–10 dias
Profundidade de sementeira1–2 cm
Compasso 50–60 × 65 cmna linha × entre linhas
Altura da planta40–60 cm
Temperatura ideal15–20 °C
pH do solo6,5–7,5
GeadaResistente

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Adequada a vaso
  • Resistente à geada

Itinerário técnico

Como cultivar couve de bruxelas groninger?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em tabuleiro a um ou dois centímetros de profundidade, a 15 °C a 20 °C. Germina em cinco a dez dias. Transplanta com quatro a seis folhas verdadeiras, cerca de cinco semanas depois, enterrando o caule até às primeiras folhas e calcando muito bem a terra: uma planta mal firmada abana ao vento e dá rebentos soltos. Rega bem no dia do transplante e coloca logo o colar contra a mosca da couve. Semeia de Março a Maio: o ciclo é longo e os rebentos só ficam bons com o frio do Outono e do Inverno.

Solo

Quer solo firme, profundo, rico em matéria orgânica e nunca ácido: o pH ideal está entre 6,5 e 7,5 e um solo ácido convida à hérnia das crucíferas. Gosta de solo assente e não fofo: calca ligeiramente à volta da planta depois de transplantar. Rotação mínima de quatro anos com qualquer outra crucífera, incluindo rabanete, nabo e rúcula.

Clima

É uma cultura de tempo fresco, que dá o seu melhor entre 15 °C e 20 °C e melhora de sabor depois de uma geada. O calor forte dá rebentos abertos e soltos em vez de botões firmes e fechados. No litoral português desenvolve-se sem problemas todo o Inverno. No interior de Portugal e Espanha as geadas nocturnas não a prejudicam, mas o Verão é demasiado quente e seco para ela. Em França e na Alemanha é uma cultura de Verão e Outono, e em Inverno frio um véu de forçagem ou um túnel baixo mantêm a folha em bom estado até bem dentro da estação fria. Em Itália é cultura de Outono e Inverno no centro e no sul, como em Portugal, e de Primavera e Outono no norte, onde o Inverno do vale do Pó é demasiado duro para a deixar ao ar livre sem protecção.

Fertilização

É uma cultura exigente. Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar, com um punhado de cinza de madeira para o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

Rega de forma regular e generosa, porque a folha transpira muito. A irregularidade dá rebentos soltos que abrem: rega sem falhas sobretudo de fim de Verão em diante, quando os botões engrossam. Rega ao pé da planta e cobre o solo com palha para amortecer as variações.

Controlo de Infestantes

Sacha à mão nas primeiras semanas, quando a planta ainda é pequena e perde qualquer disputa por luz e água. Depois de instalada, cobre o solo com uma camada de cinco a sete centímetros de palha, relva seca ou folhas: trava as infestantes, mantém a humidade e evita que a chuva salpique terra para as folhas de baixo, que é como começa a maioria das doenças. Sacha sempre superficialmente para não cortar as raízes que correm à flor da terra.

Controlo de Pragas

A altica, um pequeno escaravelho saltador, crava a folha nova de furos redondos em tempo quente e seco: mantém o solo húmido e cobre com rede fina desde a sementeira. A lagarta da couve e a traça das crucíferas comem a folha por dentro: aplica Bacillus thuringiensis nas lagartas pequenas e inspecciona a face inferior da folha todas as semanas. A mosca da couve põe ovos junto ao colo e a larva destrói a raiz: um colar de cartão ou feltro à volta do caule impede a postura. O afídeo cinzento da couve forma colónias cerosas nos rebentos e combate-se com sabão potássico. Uma rede anti-insecto de malha fina colocada logo à plantação resolve quase todos estes problemas de uma só vez.

Doenças

A hérnia das crucíferas é a doença mais grave: deforma a raiz, a planta murcha e o fungo persiste no solo durante quase vinte anos. Previne-se com rotação de quatro a cinco anos, drenagem e um pH acima de 7,0, corrigido com calcário. A alternariose faz manchas concêntricas escuras e o míldio um pó cinzento na face inferior da folha; ambos gostam de humidade, por isso espaça bem e rega ao pé. A podridão negra entra pelos bordos da folha em forma de V amarelo e transmite-se pela semente e pela água de rega. Retira todos os restos da cultura no fim e não os deixes no compostor.

Colheita

Colhe os rebentos de baixo para cima, à medida que ficam firmes e do tamanho de uma noz, torcendo-os ou cortando junto ao caule. Nunca colhas a planta toda de uma vez: os rebentos superiores continuam a formar-se durante semanas. O sabor melhora muito depois das primeiras geadas, por isso vale a pena esperar. Retira as folhas amarelas ao longo do caule para o ar circular e desponta o topo da planta em Outubro, se quiseres rebentos mais uniformes. Conta cerca de 180 a 200 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é verde, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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N
NATALIA

Perfecto