Couve-rábano Superschmelz

Couve-rábano Superschmelz

Saqueta Individual (aprox. 220 sementes)
€1,59 EUR
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Couve-rábano Superschmelz

Couve-rábano Superschmelz

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Uma couve-rábano gigante, de bolbo branco a verde-claro que cresce sem perder a ternura.

Sobre a variedade. De crescimento lento, o bolbo pode atingir 8 kg e ainda assim manter-se tenro e saboroso; a data de sementeira e a distância de plantação influenciam o tamanho final.

Quantidade por saqueta

Itinerário técnico

Como cultivar couve-rábano superschmelz?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

pH ideal 6,5 a 7,5Temperatura ideal 15 a 20 °CCompasso 25 cm na linha, 25 a 30 cm entre linhas

Sementeira

Semeia directamente a um ou dois centímetros, em linhas, e desbasta para quinze a vinte centímetros entre plantas. Também se semeia em tabuleiro e transplanta com três a quatro semanas, mas sem enterrar o caule, porque o engrossamento tem de ficar acima do solo. Faz sementeiras escalonadas de três em três semanas para colher em continuidade. Com cerca de 60 centímetros de altura, esta variedade cresce bem num vaso com vinte centímetros de fundo e furos de drenagem. Usa um recipiente com pelo menos vinte e cinco centímetros de profundidade e furos de drenagem, e conta com rega mais frequente, porque um vaso seca muito mais depressa do que o solo.

Solo

Quer solo firme, profundo, rico em matéria orgânica e nunca ácido: o pH ideal está entre 6,5 e 7,5 e um solo ácido convida à hérnia das crucíferas. Gosta de solo assente e não fofo: calca ligeiramente à volta da planta depois de transplantar. Rotação mínima de quatro anos com qualquer outra crucífera, incluindo rabanete, nabo e rúcula.

Clima

Cresce melhor em tempo fresco, entre 15 °C e 20 °C, e é lenta: precisa de cento e dez a cento e vinte dias desde o transplante. O calor forte torna o engrossamento fibroso e picante. No litoral português encontra as condições quase ideais e pode ser cultivada durante grande parte do ano. No interior de Portugal e Espanha concentra a cultura no Outono, Inverno e princípio da Primavera, porque a partir de Junho o calor e o dia longo fazem a planta espigar e amargar. Em França cultiva-se com facilidade da Primavera ao Outono, e na Alemanha aproveita todo o Verão, que raramente é quente demais. Uma sombra ligeira nas horas centrais do dia prolonga a colheita em qualquer clima quente.

Fertilização

Tem necessidades moderadas. Um a dois quilos de composto maduro por metro quadrado incorporados antes da sementeira cobrem quase todo o ciclo. Se a folha empalidecer, uma rega com adubo orgânico líquido equilibrado a meio do ciclo é suficiente. Não uses estrume fresco, que queima as raízes e favorece doenças.

Rega

Rega regularmente e sem falhas. Qualquer paragem por falta de água endurece o engrossamento e torna o lenhoso, o defeito mais comum desta cultura. Um solo sempre fresco dá um produto tenro e doce.

Controlo de Infestantes

Sacha com frequência e sempre à superfície, porque as raízes são curtas e superficiais e partem com facilidade. O melhor método é preparar o canteiro com duas ou três semanas de antecedência, deixar germinar a primeira leva de infestantes, eliminá-la e só depois semear: ganha-se um avanço decisivo. Uma cobertura fina de composto peneirado entre as linhas reduz muito o trabalho seguinte.

Controlo de Pragas

A altica, um pequeno escaravelho saltador, crava a folha nova de furos redondos em tempo quente e seco: mantém o solo húmido e cobre com rede fina desde a sementeira. A lagarta da couve e a traça das crucíferas comem a folha por dentro: aplica Bacillus thuringiensis nas lagartas pequenas e inspecciona a face inferior da folha todas as semanas. A mosca da couve põe ovos junto ao colo e a larva destrói a raiz: um colar de cartão ou feltro à volta do caule impede a postura. O afídeo cinzento da couve forma colónias cerosas nos rebentos e combate-se com sabão potássico. Uma rede anti-insecto de malha fina colocada logo à plantação resolve quase todos estes problemas de uma só vez.

Doenças

A hérnia das crucíferas é a doença mais grave: deforma a raiz, a planta murcha e o fungo persiste no solo durante quase vinte anos. Previne-se com rotação de quatro a cinco anos, drenagem e um pH acima de 7,0, corrigido com calcário. A alternariose faz manchas concêntricas escuras e o míldio um pó cinzento na face inferior da folha; ambos gostam de humidade, por isso espaça bem e rega ao pé. A podridão negra entra pelos bordos da folha em forma de V amarelo e transmite-se pela semente e pela água de rega. Retira todos os restos da cultura no fim e não os deixes no compostor.

Colheita

Esta variedade gigante chega a quinze ou vinte centímetros de diâmetro e a dois quilos ou mais sem ficar lenhosa, por isso deixa-a crescer sem pressa. Colhe quando as folhas de baixo começarem a amarelecer ou antes das geadas fortes; guarda-se várias semanas em local fresco. Corta a raiz abaixo do engrossamento e aproveita também as folhas jovens, que se comem como couve. Conta cerca de 110 a 120 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é verde esbranquiçado, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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