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Ervilha Carouby

Ervilha Carouby

€2,39 EUR
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Pisum sativum

Ervilha-torta de trepar com vagens tenras e sem fio de até 12 cm. Germina em 7–14 dias a 10–18 °C; a semente é sensível ao excesso e falta de água. Variedade tradicional francesa que cresce até 150 cm e precisa de tutoragem sólida.

  • €2,39

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Ervilha Carouby

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Ervilha Carouby

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Ervilha Carouby
Germinação7–14 dias
Profundidade de sementeira3–5 cm
Compasso 5–8 × 40 cmna linha × entre linhas
Altura da planta150 cm
Temperatura ideal13–18 °C
pH do solo6,0–7,5
GeadaResistente

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira directa
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira directa
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Resistente à geada
  • Sementeira directa

Itinerário técnico

Como cultivar ervilha carouby?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia directamente a três ou cinco centímetros, em linhas duplas para facilitar o tutoramento. Germina em sete a catorze dias em solo fresco. É uma cultura de Inverno e Primavera precoce no Sul e de Primavera no Norte da Europa. Não transplantes. Coloca o suporte no momento da sementeira, porque instalá-lo depois danifica as raízes. Esta variedade é de trepar e precisa de um suporte de um metro e meio, colocado antes ou no momento da sementeira, porque instalá-lo depois danifica as raízes. Produz durante muito mais tempo do que as variedades anãs e rende muito mais por metro quadrado, mas exige condução regular das guias para o suporte nas primeiras semanas.

Solo

Quer solo bem drenado, fresco e não ácido, com pH entre 6,0 e 7,5. Um solo encharcado apodrece a semente. Não leva adubo azotado. É uma boa cabeça de rotação, porque deixa azoto no solo para a cultura seguinte.

Clima

É uma cultura de tempo fresco, ideal entre 13 °C e 18 °C, e aguenta geadas ligeiras. Acima de 25 °C as flores caem, a planta apanha oídio e a colheita acaba de forma abrupta. Semear tarde de mais na Primavera é o erro típico: a cultura apanha o calor precisamente na floração. No litoral português os Invernos amenos permitem semear do Outono ao fim do Inverno, e a cultura completa o ciclo antes de chegar o calor forte. No interior de Portugal e Espanha concentra a cultura no Outono, Inverno e princípio da Primavera, para que a floração fique feita antes das primeiras vagas de calor. Em França e na Alemanha é uma cultura de Primavera: semeia-se do fim do Inverno a meio da Primavera, assim que o solo se deixa trabalhar, e colhe-se no Verão. Em Itália segue o calendário ibérico no centro e no sul e o francês no norte, para a floração escapar ao calor do vale do Pó.

Fertilização

Fixa o seu próprio azoto através das bactérias do nódulo radicular, por isso não deve levar adubo azotado. Incorpora apenas composto maduro se o solo for pobre e, se precisar, um pouco de cinza de madeira pelo potássio. Adubar com azoto é o erro clássico nesta cultura: dá plantas enormes com poucas vagens.

Rega

Rega moderadamente até à floração e reforça a partir daí, porque é o enchimento das vagens que decide a colheita. Rega ao pé da planta, nunca sobre a folhagem, para não favorecer o oídio. Uma cobertura de palha entre as linhas mantém a raiz fresca e atrasa o oídio.

Controlo de Infestantes

Sacha com frequência e sempre à superfície, porque as raízes são curtas e superficiais e partem com facilidade. O melhor método é preparar o canteiro com duas ou três semanas de antecedência, deixar germinar a primeira leva de infestantes, eliminá-la e só depois semear: ganha-se um avanço decisivo. Uma cobertura fina de composto peneirado entre as linhas reduz muito o trabalho seguinte.

Controlo de Pragas

Os afídeos concentram-se nos rebentos tenros e nas pontas em floração e enfraquecem muito a planta: corta as pontas atacadas e aplica sabão potássico ao fim do dia. Os caracóis e as lesmas devoram as plântulas acabadas de nascer, o que é a principal causa de falhas na linha: protege com uma barreira de cinza durante as duas primeiras semanas. Os pássaros arrancam as sementes e os rebentos e resolvem-se com uma rede ou um véu leve sobre a linha até a planta ter dez centímetros. Vigia também os tripes e as larvas que perfuram as vagens e retira as vagens picadas.

Doenças

O oídio é praticamente inevitável no fim do ciclo, quando o tempo aquece: cobre as folhas de um pó branco e seca a planta. Semear cedo é a melhor prevenção, e o bicarbonato de potássio trava a evolução. O míldio e a antracnose aparecem em tempo húmido, e a podridão da raiz em solo frio e encharcado. Faz rotação de quatro anos com outras leguminosas.

Colheita

Colhe de dois em dois dias assim que as vagens começarem a encher. As ervilhas de debulhar apanham-se quando os grãos já se notam mas a vagem ainda está verde brilhante e macia; uma vagem baça e enrugada já tem grãos farinhentos. As de vagem comestível colhem-se planas, antes de os grãos engrossarem. Colher com frequência prolonga muito a produção. A cor de referência é verde, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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