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Ervilha Kelvedon Wonder

Ervilha Kelvedon Wonder

€2,49 EUR
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Pisum sativum

Ervilha-de-jardim de vagens verde-escuras, pontiagudas, com média de 8 grãos. Planta semi-rasteira (50–70 cm) que dispensa tutoragem. Precoce e muito produtiva, com grãos doces e macios. Semente sensível ao excesso e falta de água na germinação.

Formato: PSX1 caixa 80g Ervilha para grão Kelvedon Wonder BIO

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Ervilha Kelvedon Wonder

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Ervilha Kelvedon Wonder

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Ervilha Kelvedon Wonder
Dias até à colheita 120–130 dias desde a sementeira
Germinação7–14 dias
Profundidade de sementeira3–5 cm
Compasso 5–8 × 40–60 cmna linha × entre linhas
Altura da planta50–70 cm
Temperatura ideal13–18 °C
pH do solo6,0–7,5
GeadaResistente

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira directa
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira directa
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Resistente à geada
  • Sementeira directa

Itinerário técnico

Como cultivar ervilha kelvedon wonder?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia directamente a três ou cinco centímetros, em linhas. Germina em sete a catorze dias em solo fresco. É uma cultura de Inverno e Primavera precoce no Sul e de Primavera no Norte da Europa. Não transplantes. Esta variedade é de porte anão e não precisa de suporte, o que a torna prática em canteiro pequeno e em vaso. Faz uma segunda sementeira três semanas depois da primeira, porque uma variedade anã concentra a colheita em duas ou três semanas.

Solo

Quer solo bem drenado, fresco e não ácido, com pH entre 6,0 e 7,5. Um solo encharcado apodrece a semente. Não leva adubo azotado. É uma boa cabeça de rotação, porque deixa azoto no solo para a cultura seguinte.

Clima

É uma cultura de tempo fresco, ideal entre 13 °C e 18 °C, e aguenta geadas ligeiras. Acima de 25 °C as flores caem, a planta apanha oídio e a colheita acaba de forma abrupta. Semear tarde de mais na Primavera é o erro típico: a cultura apanha o calor precisamente na floração. No litoral português os Invernos amenos permitem semear do Outono ao fim do Inverno, e a cultura completa o ciclo antes de chegar o calor forte. No interior de Portugal e Espanha concentra a cultura no Outono, Inverno e princípio da Primavera, para que a floração fique feita antes das primeiras vagas de calor. Em França e na Alemanha é uma cultura de Primavera: semeia-se do fim do Inverno a meio da Primavera, assim que o solo se deixa trabalhar, e colhe-se no Verão. Em Itália segue o calendário ibérico no centro e no sul e o francês no norte, para a floração escapar ao calor do vale do Pó.

Fertilização

Fixa o seu próprio azoto através das bactérias do nódulo radicular, por isso não deve levar adubo azotado. Incorpora apenas composto maduro se o solo for pobre e, se precisar, um pouco de cinza de madeira pelo potássio. Adubar com azoto é o erro clássico nesta cultura: dá plantas enormes com poucas vagens.

Rega

Rega moderadamente até à floração e reforça a partir daí, porque é o enchimento das vagens que decide a colheita. Rega ao pé da planta, nunca sobre a folhagem, para não favorecer o oídio. Uma cobertura de palha entre as linhas mantém a raiz fresca e atrasa o oídio.

Controlo de Infestantes

Sacha com frequência e sempre à superfície, porque as raízes são curtas e superficiais e partem com facilidade. O melhor método é preparar o canteiro com duas ou três semanas de antecedência, deixar germinar a primeira leva de infestantes, eliminá-la e só depois semear: ganha-se um avanço decisivo. Uma cobertura fina de composto peneirado entre as linhas reduz muito o trabalho seguinte.

Controlo de Pragas

Os afídeos concentram-se nos rebentos tenros e nas pontas em floração e enfraquecem muito a planta: corta as pontas atacadas e aplica sabão potássico ao fim do dia. Os caracóis e as lesmas devoram as plântulas acabadas de nascer, o que é a principal causa de falhas na linha: protege com uma barreira de cinza durante as duas primeiras semanas. Os pássaros arrancam as sementes e os rebentos e resolvem-se com uma rede ou um véu leve sobre a linha até a planta ter dez centímetros. Vigia também os tripes e as larvas que perfuram as vagens e retira as vagens picadas.

Doenças

O oídio é praticamente inevitável no fim do ciclo, quando o tempo aquece: cobre as folhas de um pó branco e seca a planta. Semear cedo é a melhor prevenção, e o bicarbonato de potássio trava a evolução. O míldio e a antracnose aparecem em tempo húmido, e a podridão da raiz em solo frio e encharcado. Faz rotação de quatro anos com outras leguminosas.

Colheita

Colhe de dois em dois dias assim que as vagens começarem a encher. As ervilhas de debulhar apanham-se quando os grãos já se notam mas a vagem ainda está verde brilhante e macia; uma vagem baça e enrugada já tem grãos farinhentos. As de vagem comestível colhem-se planas, antes de os grãos engrossarem. Colher com frequência prolonga muito a produção. Conta cerca de 120 a 130 dias desde a sementeira até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é vagem verde escuro, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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R
Rui Oliveira

Doce e tenra.