Nabo Bola de Neve

Nabo Bola de Neve

Saqueta Individual (aprox. 1200 sementes)
€1,59 EUR
Preço de saldo  €1,59 EUR Preço normal 
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Nabo Bola de Neve

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Um nabo redondo de casca lisa e polpa branca, densa e suculenta.

Sobre a variedade. De crescimento rápido, é mais saborosa quando colhida pequena e tenra; também as folhas novas se aproveitam como verduras para cozinhar. As raízes pesam cerca de 200–300 g.

Quantidade por saqueta

Itinerário técnico

Como cultivar nabo bola de neve?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

pH ideal 6,0 a 7,0Temperatura ideal 10 a 20 °CCompasso 10 a 15 cm na linha, 20 cm entre linhas

Sementeira

Semeia sempre directamente no local definitivo, a um ou dois centímetros, em linhas, porque o transplante deforma a raiz. Germina em quatro a sete dias. Desbasta cedo, aos dez a quinze centímetros entre plantas, quando as plântulas tiverem duas folhas verdadeiras. Não desbastar é a razão número um para colher nabos do tamanho de um dedo. Semeia de Fevereiro a Abril e de Agosto a Outubro; as sementeiras de Outono dão as raízes mais doces.

Solo

Quer solo solto, profundo, sem pedras e sem estrume fresco, com pH entre 6,0 e 7,0. Um solo compactado ou com torrões dá raízes bifurcadas e deformadas. Trabalha a terra a vinte e cinco centímetros e desfaz bem os torrões antes de semear. Roda com culturas fora da família das crucíferas.

Clima

É uma cultura de tempo fresco, ideal entre 10 °C e 20 °C, e a raiz fica mais doce depois de apanhar frio. O calor forte torna-a raiz picante, fibrosa e oca por dentro. No litoral português encontra as condições quase ideais e pode ser cultivada durante grande parte do ano. No interior de Portugal e Espanha concentra a cultura no Outono, Inverno e princípio da Primavera, porque a partir de Junho o calor e o dia longo fazem a planta espigar e amargar. Em França cultiva-se com facilidade da Primavera ao Outono, e na Alemanha aproveita todo o Verão, que raramente é quente demais. Uma sombra ligeira nas horas centrais do dia prolonga a colheita em qualquer clima quente.

Fertilização

Não leva estrume fresco nem adubação azotada forte: isso dá raízes bifurcadas, pilosas e sem sabor. Usa um canteiro adubado com composto na cultura anterior e reforça apenas o potássio, com cinza de madeira peneirada, que melhora a doçura e a conservação.

Rega

Rega regularmente e sem interrupções. A alternância de seca e rega abundante racha as raízes e torna-as fibrosas e picantes. Um solo constantemente fresco dá raízes tenras e doces. No Outono e Inverno a chuva costuma bastar; no Verão rega duas a três vezes por semana.

Controlo de Infestantes

A cultura germina depressa, mas nas primeiras semanas a plântula é pequena e perde a disputa com as infestantes. Prepara o canteiro com antecedência, elimina a primeira leva de infestantes antes de semear e sacha entre linhas logo que as linhas se distingam. Sacha superficialmente entre linhas e nunca amontoes terra sobre a coroa.

Controlo de Pragas

A altica, um pequeno escaravelho saltador, crava a folha nova de furos redondos em tempo quente e seco: mantém o solo húmido e cobre com rede fina desde a sementeira. A lagarta da couve e a traça das crucíferas comem a folha por dentro: aplica Bacillus thuringiensis nas lagartas pequenas e inspecciona a face inferior da folha todas as semanas. A mosca da couve põe ovos junto ao colo e a larva destrói a raiz: um colar de cartão ou feltro à volta do caule impede a postura. O afídeo cinzento da couve forma colónias cerosas nos rebentos e combate-se com sabão potássico.

Doenças

A hérnia das crucíferas é a doença mais grave: deforma a raiz, a planta murcha e o fungo persiste no solo durante quase vinte anos. Previne-se com rotação de quatro a cinco anos, drenagem e um pH que nunca desça abaixo de 6,0, corrigido com calcário. A alternariose faz manchas concêntricas escuras e o míldio um pó cinzento na face inferior da folha; ambos gostam de humidade, por isso espaça bem e rega ao pé. A podridão negra entra pelos bordos da folha em forma de V amarelo e transmite-se pela semente e pela água de rega. Retira todos os restos da cultura no fim e não os deixes no compostor.

Colheita

Colhe jovem, quando a raiz tiver cinco a oito centímetros de diâmetro: é aí que está o sabor. Passado esse ponto fica fibrosa, oca e picante. Arranca puxando pelas folhas depois de regar, com a terra húmida. As folhas jovens, as nabiças, também se comem e são excelentes. Conta cerca de 60 a 70 dias desde a sementeira até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é branco, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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