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Pepino La Diva

Pepino La Diva

€2,29 EUR
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Cucumis sativus

Pepino trepador de casca verde lisa e polpa branca-esverdeada, frutos pequenos até 15 cm. Muito produtivo e de sabor agradável, semeie em tabuleiro ou directamente. Colha como mini-pepino de snack ou aguarde o tamanho completo.

  • €2,29

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Pepino La Diva

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Pepino La Diva

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Pepino La Diva
Dias até à colheita 40–50 dias desde a transplantação
Germinação5–10 dias
Profundidade de sementeira2–3 cm
Compasso 40–50 × 100–120 cmna linha × entre linhas
Altura da planta30 cm
Temperatura ideal20–30 °C
pH do solo6,0–7,0
GeadaSensível

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

Itinerário técnico

Como cultivar pepino la diva?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em vaso individual três a quatro semanas antes da plantação, a dois ou três centímetros e com a semente de lado, a 22 °C a 25 °C. Germina em cinco a oito dias. Detesta que lhe mexam na raiz: usa vaso biodegradável ou transplanta com o torrão intacto. La Diva é partenocárpica: dá fruto sem polinização e produz quase só flores femininas; em estufa mantém as abelhas afastadas, porque um fruto polinizado fica cheio de sementes e deformado. Esta variedade produz guias longas: conduz numa rede ou em canas, que poupa espaço e mantém os frutos direitos, ou deixa-a correr pelo chão sobre palha.

Solo

Quer solo profundo, solto, muito rico em matéria orgânica e bem drenado, com pH entre 6,0 e 7,0. A prática clássica é abrir uma cova larga, encher a de composto maduro e plantar sobre esse ponto, o que dá à planta a reserva de que precisa. Roda de quatro em quatro anos com plantas de outras famílias.

Clima

Precisa de calor constante entre 20 °C e 30 °C e de sol, mas agradece meia sombra nas horas mais quentes do Verão ibérico. Abaixo de 12 °C pára de crescer e amarga. É muito sensível ao vento seco, que queima as folhas. No interior de Portugal e Espanha o calor é o factor limitante e não o frio: nas semanas em que a temperatura passa dos 35 °C a planta pára de vingar e convém dar sombra ligeira a meio do dia. Em França o cultivo ao ar livre é seguro do centro para sul, enquanto no norte e na Alemanha compensa cultivar em estufa, túnel ou junto a um muro virado a sul, plantando só depois de passar o risco de geada tardia, que nessas regiões é por meados de Maio. Esta é uma variedade precoce, o que a torna especialmente indicada para regiões de Verão curto como o norte de França e a Alemanha, e também para uma segunda cultura de fim de estação no Sul.

Fertilização

Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar e junta um punhado de cinza de madeira para reforçar o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

O fruto é quase todo água e qualquer stress hídrico dá pepinos tortos, ocos ou amargos. Rega abundantemente e todos os dias no calor, sempre ao pé da planta e de manhã. A cobertura de palha é essencial para manter a humidade e a raiz fresca.

Controlo de Infestantes

O período crítico é o primeiro mês, antes de a folhagem cobrir o solo. Sacha à mão nessa fase e, quando as guias começarem a alastrar, deixa de mexer na terra: a partir daí a própria planta abafa as infestantes. Uma cobertura de palha por baixo da folhagem mantém os frutos limpos e secos e reduz muito as perdas por podridão de contacto com o solo.

Controlo de Pragas

As pragas principais são o afídeo, a aranha vermelha, os tripes e a mosca branca, e nas plantas jovens as lesmas e os caracóis, que podem cortar uma planta acabada de nascer numa noite. Protege as plântulas com uma garrafa cortada ou uma barreira de cinza nas primeiras semanas. Contra afídeos e mosca branca aplica sabão potássico ao fim da tarde; contra a aranha vermelha, que aparece no calor seco, molha a folha de manhã e usa óleo de neem.

Doenças

O oídio é praticamente inevitável e reconhece-se pelo pó branco na face superior da folha, sobretudo a partir de meados do Verão. Trava-se com bicarbonato de potássio ou enxofre aplicado aos primeiros sinais, folhas velhas retiradas e boa circulação de ar. O míldio das cucurbitáceas dá manchas amarelas angulosas limitadas pelas nervuras e prospera na humidade do litoral. A antracnose e a podridão do colo aparecem em solo encharcado. Faz rotação de quatro anos e retira todos os restos da cultura no fim da estação, porque é neles que os fungos passam o Inverno.

Colheita

Colhe jovem e com frequência, de dois em dois dias em plena produção. Um pepino deixado a engrossar demais fica amargo, cheio de sementes duras e, pior, faz a planta parar de produzir. Corta sempre com tesoura deixando um pedaço de pedúnculo. O amargor concentra-se na ponta do pedúnculo e na pele, por isso descasca-o se tiveres dúvidas. Conta cerca de 40 a 50 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é casca verde com polpa branca esverdeada, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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