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Salvia Sclarea

Salvia Sclarea

€1,99 EUR
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Uma sálvia bianual de porte imponente e perfume inebriante, que no segundo ano revela cachos de flores bilabiadas cor-de-rosa claro sobre hastes eretas até 150 cm.

Sobre a variedade. A sálvia-esclareia é uma planta medicinal e aromática com aroma adocicado característico; excelente para atrair polinizadores ao jardim. As plantas suportam bem a transplantação sem comprometer a floração.

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Portes grátis para Portugal continental a partir de 35 €. Abaixo disso, a partir de 4,91 €.

Salvia Sclarea

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Salvia Sclarea

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Salvia Sclarea
Dias até à floração 380–400 dias desde a transplantação
Profundidade de sementeira0,3–0,5 cm
Compasso 30–40 × 35 cmna linha × entre linhas
Altura da planta90–150 cm
Temperatura ideal15–25 °C
pH do solo6,5–7,5

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Sementeira directa
Transplantação
Floração
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Sementeira directa
Transplantação
Floração

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Melífera
  • Sementeira directa

Itinerário técnico

Como cultivar salvia sclarea?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em tabuleiro à superfície ou apenas coberta com uma camada muito fina, porque a semente é pequena e precisa de luz. Germina devagar e de forma irregular, em duas a quatro semanas, a 18 °C a 22 °C. Não afogues o tabuleiro: humedece com pulverizador. Transplanta com oito a dez centímetros e planta com o colo bem à superfície, nunca enterrado, porque é aí que a planta apodrece. Semeia no fim do Inverno ou na Primavera, em tabuleiro abrigado, para plantar no local definitivo depois das geadas. É bienal: no primeiro ano faz uma roseta de folhas grandes e só no segundo sobe a haste florida, que se aguenta sozinha sem tutor.

Solo

Quer solo pobre, pedregoso, calcário e muito bem drenado, com pH entre 6,5 e 7,5. É o oposto do que se faz por instinto: quanto mais pobre e seco o solo, mais concentrado o aroma. Em solo pesado, planta em vaso, em canteiro elevado ou em talude, porque a humidade parada no Inverno é o que mata estas plantas.

Clima

Quer sol pleno e calor, entre 15 °C e 25 °C, e é resistente à seca depois de instalada. O frio seco não é problema, mas o frio húmido é fatal. Está no seu elemento em clima mediterrânico: sol pleno, calor e solo seco. No litoral português cresce bem, mas a humidade do ar e o nevoeiro pedem um canteiro elevado e muito espaço entre plantas. No interior de Portugal e Espanha é praticamente autónoma depois de instalada. Em França cultiva-se sem dificuldade a sul do Loire, e na Alemanha o problema não é o frio seco mas o Inverno húmido, que apodrece a raiz: planta em solo muito drenado, em vaso ou em talude, e protege da chuva de Inverno. Em Itália aplica-se o mesmo calendário: as condições do centro e do sul aproximam-se das do sul de Portugal e de Espanha, e as do norte das do centro de França.

Fertilização

É pouco exigente e um solo demasiado rico prejudica-a. Basta um solo trabalhado com composto na cultura anterior, sem adubação adicional. O excesso de azoto produz plantas moles, aguadas e pouco aromáticas, muito mais sensíveis a pragas e ao frio.

Rega

Rega regularmente apenas no primeiro ano, enquanto a raiz se instala. Depois disso, praticamente não precisa de rega em solo aberto e o excesso de água é o erro mais comum: dilui o aroma, amolece o tecido e apodrece a raiz. Deixa secar bem entre regas.

Controlo de Infestantes

Sacha com frequência e sempre à superfície, porque as raízes são curtas e superficiais e partem com facilidade. O melhor método é preparar o canteiro com duas ou três semanas de antecedência, deixar germinar a primeira leva de infestantes, eliminá-la e só depois semear: ganha-se um avanço decisivo. Uma cobertura fina de composto peneirado entre as linhas reduz muito o trabalho seguinte.

Controlo de Pragas

As pragas são poucas porque o aroma da planta afasta muitos insectos. Os afídeos são o problema mais frequente e concentram-se nos rebentos tenros, sobretudo em plantas adubadas em excesso: corta as pontas atacadas e aplica sabão potássico. A aranha vermelha aparece no calor seco e em vaso, e trava-se molhando a folhagem de manhã. As lesmas e os caracóis devastam as plântulas: protege com barreira de cinza nas primeiras semanas. Os tripes e a cigarrinha são pontuais e raramente exigem intervenção.

Doenças

A doença que realmente mata estas plantas é a podridão da raiz e do colo por excesso de humidade, sobretudo em Inverno húmido e solo pesado. Não há tratamento: só prevenção com drenagem, plantação superficial e um punhado de areia grossa ou gravilha à volta do colo. O oídio pode aparecer em plantas amontoadas e resolve-se com poda de arejamento.

Colheita

No primeiro ano colhe apenas algumas folhas da roseta; a colheita principal é a haste florida do segundo ano. Corta as espigas quando as brácteas estiverem bem coloridas e as primeiras flores abertas, de manhã, depois de o orvalho secar. Depois de florir a planta normalmente morre: deixa algumas espigas ir a semente, porque se ressemeia com facilidade. Conta cerca de 380 a 400 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é rosa claro, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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