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Trevo da Pérsia 1Kg

Trevo da Pérsia 1Kg

€8,99 EUR
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Um trevo melífero de flor cor-de-rosa, versátil entre pastoreio, corte e adubo verde.

Sobre a variedade. Usado em prados permanentes de sequeiro para pastoreio ou corte e adubação em verde, adapta-se a vários tipos de solo e mostra boa resistência ao encharcamento, ao frio e à salinidade. As suas flores atraem as abelhas, somando valor para a apicultura. Em consociação, cultiva-se com outras leguminosas e gramíneas, como a aveia, o azevém e a ervilhaca.

  • €8,99

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Portes grátis para Portugal continental a partir de 35 €. Abaixo disso, a partir de 4,91 €.

Trevo da Pérsia 1Kg

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Trevo da Pérsia 1Kg

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Trevo da Pérsia 1Kg
Profundidade de sementeira0,5–1 cm
Temperatura ideal10–25 °C
pH do solo6,0–7,5

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira directa
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira directa

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Melífera
  • Sementeira directa

Itinerário técnico

Como cultivar trevo da pérsia 1kg?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia a lanço sobre solo trabalhado e passa levemente o ancinho para cobrir a semente com meio centímetro a um centímetro de terra, porque a semente é muito pequena e enterrada mais fundo não nasce. Densidade generosa, porque o objectivo é cobrir o solo por completo e não deixar espaço para infestantes. Semeia no Outono no Sul, onde o Inverno é suave, ou na Primavera nas regiões frias: aguenta apenas geadas ligeiras. Rega depois de semear se o solo estiver seco.

Solo

Cresce em qualquer solo, incluindo pobre e compactado, que é justamente onde faz mais falta, com pH entre 6,0 e 7,5. Não precisa de qualquer adubação: o seu papel é justamente melhorar o solo, fixando azoto, estruturando a terra com as raízes e protegendo a superfície da chuva e do sol.

Clima

Rústico mas só moderadamente resistente ao frio, entre 10 °C e 25 °C: aguenta geadas ligeiras e morre abaixo de cerca de -6 °C. No Sul da Europa a janela útil é o Outono e o Inverno, quando há chuva e o solo ficaria de outro modo nu. Em França e na Alemanha semeia na Primavera, de Março a Maio, porque não sobrevive aos Invernos frios. Semeia com o solo ainda morno, para a cultura cobrir a terra em três a quatro semanas: uma sementeira tardia, com o frio já instalado, fica rala e não cumpre o papel. Em Itália aplica-se o mesmo calendário: as condições do centro e do sul aproximam-se das do sul de Portugal e de Espanha, e as do norte das do centro de França. Na Primavera, semeia assim que a terra se deixar trabalhar e corta antes do calor de Junho, porque depois a matéria fica lenhosa e a planta vai a semente.

Fertilização

Fixa o seu próprio azoto através das bactérias do nódulo radicular, por isso não deve levar adubo azotado. Incorpora apenas composto maduro se o solo for pobre e, se precisar, um pouco de cinza de madeira pelo potássio. Adubar com azoto é o erro clássico nesta cultura: dá plantas enormes com poucas vagens.

Rega

Rega apenas para garantir a germinação. Depois de instalado, dispensa rega em quase todas as situações e vive da chuva. Um adubo verde regado em excesso perde grande parte do seu interesse.

Controlo de Infestantes

Semeada densa, a própria cultura cobre o solo e limita muito as infestantes. O trabalho concentra-se nas duas ou três primeiras semanas: sacha à mão ou passa a enxada de forma muito superficial entre as plantas. Evita mexer na terra depois de a folhagem fechar, para não danificar raízes nem trazer novas sementes de infestantes à superfície.

Controlo de Pragas

Praticamente não tem pragas relevantes e, pelo contrário, abriga auxiliares e polinizadores durante a estação morta. Vigia apenas as lesmas na fase de plântula e os pássaros, que comem a semente à superfície: cobre bem a semente ao semear. Os coelhos e os pombos apreciam as plântulas tenras: numa horta pequena, uma rede leve nas primeiras três semanas evita perder a sementeira. Os afídeos podem aparecer na floração em anos secos, mas raramente justificam tratamento: as joaninhas resolvem.

Doenças

Não costuma ter problemas de doença. A precaução importante é de rotação: escolhe uma espécie que não pertença à família da cultura que vem a seguir nem da que acabou de sair, para não multiplicar doenças do solo. Depois de crucíferas, por exemplo, evita mostarda e nabo forrageiro. Em sementeiras muito densas e Invernos chuvosos pode aparecer podridão do colo: não regues e não semeies mais denso do que o indicado.

Colheita

Não se colhe: corta-se e incorpora-se. O momento certo é o início da floração, quando a planta tem o máximo de biomassa e ainda está tenra: mais tarde a matéria fica lenhosa e demora meses a decompor-se. Corta rente, deixa secar dois ou três dias e incorpora nos primeiros dez a quinze centímetros do solo, ou deixa à superfície como cobertura. Espera duas a quatro semanas antes de semear a cultura seguinte. A cor de referência é flor cor-de-rosa, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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