Verdura asiática Red Giant

Verdura asiática Red Giant

Saqueta Individual (aprox. 900 sementes)
€1,59 EUR
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Verdura asiática Red Giant

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Uma verdura asiática visualmente marcante, com folhas largas, dentadas, de verde-claro intenso e nervuras vermelhas que se destacam no canteiro.

Sobre a variedade. Red Giant é uma mostarda folhosa de sabor picante característico, que se suaviza com as temperaturas mais frias — ao mesmo tempo que a coloração vermelha das nervuras se intensifica. Tolerante ao frio, cresce até cerca de 30 cm.

Quantidade por saqueta

Itinerário técnico

Como cultivar verdura asiática red giant?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

pH ideal 6,0 a 7,0Temperatura ideal 10 a 20 °CCompasso 15 a 25 cm na linha, 20 cm entre linhas

Sementeira

Semeia directamente a meio centímetro ou um centímetro, em linhas, e desbasta consoante queiras folha pequena para salada ou plantas inteiras. Germina em três a sete dias. Para folha pequena semeia denso e corta com oito a dez centímetros; para plantas inteiras desbasta cedo, porque duas plantas apertadas espigam antes de encher. É uma cultura muito rápida e ideal para sementeiras escalonadas de duas em duas semanas. Sementeiras de fim de Verão e Outono dão os melhores resultados, porque o dia curto evita o espigamento. Com cerca de 30 centímetros de altura, esta variedade cresce bem num vaso com vinte centímetros de fundo e furos de drenagem.

Solo

Quer solo fresco, solto e rico em matéria orgânica, com pH entre 6,0 e 7,0. Como o ciclo é curto, o essencial é ter o solo já bem preparado e húmido à partida. É crucífera, por isso entra na mesma rotação das couves.

Clima

Prefere tempo fresco, entre 10 °C e 20 °C. O calor e o dia longo fazem a planta espigar em poucos dias, o que é o problema central das sementeiras de Primavera tardia. Aguenta bem geadas ligeiras e é excelente cultura de Outono e Inverno. No litoral português encontra as condições quase ideais e pode ser cultivada durante grande parte do ano. No interior de Portugal e Espanha concentra a cultura no Outono, Inverno e princípio da Primavera, porque a partir de Junho o calor e o dia longo fazem a planta espigar e amargar. Em França cultiva-se com facilidade da Primavera ao Outono, e na Alemanha aproveita todo o Verão, que raramente é quente demais. Uma sombra ligeira nas horas centrais do dia prolonga a colheita em qualquer clima quente.

Fertilização

Como se aproveita a folha, o azoto conta, mas em doses moderadas e de libertação lenta. Composto maduro antes da sementeira e uma ou duas regas com adubo orgânico líquido durante o crescimento dão folha tenra sem acumular nitratos. Adubações fortes e tardias tornam a folha frágil, atraem afídeos e reduzem a conservação depois da colheita.

Rega

Rega com frequência e em pequenas quantidades, mantendo o solo sempre húmido. Uma folha que passe sede fica dura e picante, e a planta espiga. De manhã é a melhor hora, para a folha secar durante o dia.

Controlo de Infestantes

Semeada densa, a própria cultura cobre o solo e limita muito as infestantes. O trabalho concentra-se nas duas ou três primeiras semanas: sacha à mão ou passa a enxada de forma muito superficial entre linhas. Evita mexer na terra depois de a folhagem fechar, para não danificar raízes nem trazer novas sementes de infestantes à superfície.

Controlo de Pragas

A altica, um pequeno escaravelho saltador, crava a folha nova de furos redondos em tempo quente e seco: mantém o solo húmido e cobre com rede fina desde a sementeira. A lagarta da couve e a traça das crucíferas comem a folha por dentro: aplica Bacillus thuringiensis nas lagartas pequenas e inspecciona a face inferior da folha todas as semanas. A mosca da couve põe ovos junto ao colo e a larva destrói a raiz: um colar de cartão ou feltro à volta do caule impede a postura. O afídeo cinzento da couve forma colónias cerosas nos rebentos e combate-se com sabão potássico.

Doenças

A hérnia das crucíferas é a doença mais grave: deforma a raiz, a planta murcha e o fungo persiste no solo durante quase vinte anos. Previne-se com rotação de quatro a cinco anos, boa drenagem e um solo que nunca seja ácido: se o pH descer abaixo de 6,0, corrige com calcário até ao topo do intervalo indicado para esta cultura. A alternariose faz manchas concêntricas escuras nas folhas e o míldio um pó branco acinzentado na face inferior, ambos favorecidos pela humidade: espaça bem as plantas e rega ao pé. Retira todos os restos da cultura no fim e não os deixes no compostor.

Colheita

Podes colher folha a folha a partir das quatro semanas, cortando as exteriores e deixando o centro, ou cortar a planta inteira a três centímetros do solo para que rebente de novo. Colhe de manhã, com a folha ainda túrgida, e usa no próprio dia porque murcha depressa. Não deixes as plantas passar do ponto: a folha velha fica fibrosa e picante, e a planta espiga logo a seguir. A cor de referência é verde claro com nervuras vermelhas, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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