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Abóbora Carat

Abóbora Carat

€1,99 EUR
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Uma abóbora compacta e versátil, conhecida como Mini-Muscat de Provence, perfeita para quem tem pouco espaço sem querer abdicar de uma boa colheita.

Sobre a variedade. Os frutos lisos e quadrangulares de casca creme pesam entre 1–2 kg e têm polpa laranja saborosa, com boa conservação pós-colheita. As flores são comestíveis, acrescentando valor adicional à planta.

Quantidade por saqueta

  • €1,99

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Quantidade por saqueta15 Sementes

Portes grátis para Portugal continental a partir de 35 €. Abaixo disso, a partir de 4,91 €.

Abóbora Carat

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Abóbora Carat

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Abóbora Carat
Germinação5–10 dias
Profundidade de sementeira2–3 cm
Compasso 50 × 100 cmna linha × entre linhas
Temperatura ideal20–30 °C
pH do solo6,0–7,0
GeadaSensível

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Sementeira directa
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Sementeira directa
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Flor comestível
  • Sementeira directa

Itinerário técnico

Como cultivar abóbora carat?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em vaso individual três semanas antes de plantar, a dois ou três centímetros e com a semente de lado, a 20 °C a 25 °C, ou directamente no local com duas ou três sementes por cova assim que o solo passe os 15 °C. Germina em cinco a dez dias. Transplanta com o torrão inteiro, porque a raiz é sensível. As primeiras flores são todas masculinas e não dão fruto; se mais tarde os frutos secarem ainda pequenos, falta polinização: poliniza à mão de manhã cedo com um pincel. Esta variedade produz guias longas: o compasso indicado é para plantas conduzidas em suporte ou com as guias contidas; deixada a correr pelo chão, ocupa dois a três metros.

Solo

Quer solo profundo, solto, muito rico em matéria orgânica e bem drenado, com pH entre 6,0 e 7,0. A prática clássica é abrir uma cova larga, encher a de composto maduro e plantar sobre esse ponto, o que dá à planta a reserva de que precisa. Roda de quatro em quatro anos com plantas de outras famílias.

Clima

Quer sol pleno, calor entre 20 °C e 30 °C e uma estação longa, de três a cinco meses até à maturação completa conforme a variedade. É muito sensível à geada em qualquer fase: planta só depois da última geada e cobre as plantas jovens com uma campânula nas noites frias. No interior de Portugal e Espanha o calor é o factor limitante e não o frio: nas semanas em que a temperatura passa dos 35 °C a planta pára de vingar e convém dar sombra ligeira a meio do dia. Em França o cultivo ao ar livre é seguro do centro para sul, enquanto no norte e na Alemanha compensa cultivar em estufa, túnel ou junto a um muro virado a sul, plantando só depois de passar o risco de geada tardia, que nessas regiões é por meados de Maio. Onde o Verão é curto, prefere sempre as variedades de ciclo mais curto e antecipa a sementeira em tabuleiro aquecido.

Fertilização

Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar e junta um punhado de cinza de madeira para reforçar o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

Rega abundantemente durante o crescimento e o enchimento dos frutos, sempre ao pé da planta. Nas últimas duas a três semanas antes da colheita reduz muito a rega: isso concentra os açúcares e endurece a casca, que é o que garante a conservação durante o Inverno.

Controlo de Infestantes

O período crítico é o primeiro mês, antes de a folhagem cobrir o solo. Sacha à mão nessa fase e, quando as guias começarem a alastrar, deixa de mexer na terra: a partir daí a própria planta abafa as infestantes. Uma cobertura de palha por baixo da folhagem mantém os frutos limpos e secos e reduz muito as perdas por podridão de contacto com o solo.

Controlo de Pragas

As pragas principais são o afídeo, a aranha vermelha, os tripes e a mosca branca, e nas plantas jovens as lesmas e os caracóis, que podem cortar uma planta acabada de nascer numa noite. Protege as plântulas com uma garrafa cortada ou uma barreira de cinza nas primeiras semanas. Contra afídeos e mosca branca aplica sabão potássico ao fim da tarde; contra a aranha vermelha, que aparece no calor seco, molha a folha de manhã e usa óleo de neem.

Doenças

O oídio é praticamente inevitável e reconhece-se pelo pó branco na face superior da folha, sobretudo a partir de meados do Verão. Trava-se com bicarbonato de potássio ou enxofre aplicado aos primeiros sinais, folhas velhas retiradas e boa circulação de ar. O míldio das cucurbitáceas dá manchas amarelas angulosas limitadas pelas nervuras e prospera na humidade do litoral. A antracnose e a podridão do colo aparecem em solo encharcado. Faz rotação de quatro anos e retira todos os restos da cultura no fim da estação, porque é neles que os fungos passam o Inverno.

Colheita

Colhe quando o pedúnculo estiver seco e lenhoso, a casca não se marcar com a unha e a planta já tiver secado. Corta com dez centímetros de pedúnculo, porque uma abóbora sem pedúnculo apodrece pela coroa. Cura os frutos ao sol durante dez a catorze dias e guarda os depois num local seco e arejado entre 10 °C e 15 °C, sem se tocarem. Bem curada, conserva-se de quatro a nove meses. A cor de referência é casca creme e polpa laranja, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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