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Brócolo Rasmus

Brócolo Rasmus

€1,99 EUR
Preço de saldo  €1,99 EUR Preço normal 
Impostos incluídos. Portes calculados na finalização da compra.

Um brócolo vigoroso, de cabeça compacta e folhagem verde-acinzentada.

Sobre a variedade. Forma uma cabeça firme e bem cerrada, com peso médio de 250 g e um ciclo de 3 a 4 meses.

Quantidade por saqueta

  • €1,99
  • €9,99
  • €38,99

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Brócolo Rasmus

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Brócolo Rasmus

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Brócolo Rasmus
Profundidade de sementeira1–2 cm
Compasso 40–50 × 50–70 cmna linha × entre linhas
Altura da planta50–60 cm
Temperatura ideal15–20 °C
pH do solo6,5–7,5

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Adequada a vaso

Itinerário técnico

Como cultivar brócolo rasmus?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em tabuleiro a um ou dois centímetros, a 15 °C a 20 °C, e transplanta cinco a seis semanas depois, com quatro a seis folhas verdadeiras, firmando bem a terra. Evita atrasar o transplante: uma planta que fica demasiado tempo no alvéolo forma uma inflorescência minúscula e prematura, defeito que já não se corrige. Com cerca de 60 centímetros de altura, esta variedade cresce bem num vaso com vinte centímetros de fundo e furos de drenagem. Usa um recipiente com pelo menos vinte e cinco centímetros de profundidade e furos de drenagem, e conta com rega mais frequente, porque um vaso seca muito mais depressa do que o solo.

Solo

Quer solo firme, profundo, rico em matéria orgânica e nunca ácido: o pH ideal está entre 6,5 e 7,5 e um solo ácido convida à hérnia das crucíferas. Gosta de solo assente e não fofo: calca ligeiramente à volta da planta depois de transplantar. Rotação mínima de quatro anos com qualquer outra crucífera, incluindo rabanete, nabo e rúcula.

Clima

É uma cultura de tempo fresco por excelência, entre 15 °C e 20 °C. Acima de 25 °C a inflorescência abre em flor amarela antes de atingir tamanho, que é o insucesso mais comum em sementeiras de Primavera tardia no interior ibérico. No litoral português encontra as condições quase ideais e pode ser cultivada durante grande parte do ano. No interior de Portugal e Espanha concentra a cultura no Outono, Inverno e princípio da Primavera, porque a partir de Junho o calor e o dia longo fazem a planta espigar e amargar. Em França cultiva-se com facilidade da Primavera ao Outono, e na Alemanha aproveita todo o Verão, que raramente é quente demais. Uma sombra ligeira nas horas centrais do dia prolonga a colheita em qualquer clima quente.

Fertilização

É uma cultura exigente. Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar, com um punhado de cinza de madeira para o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

Precisa de água constante, sem qualquer interrupção, sobretudo durante a formação da cabeça. Um período de seca nessa fase reduz drasticamente o tamanho da inflorescência e antecipa a floração. Rega ao pé da planta e cobre o solo com palha.

Controlo de Infestantes

Sacha à mão nas primeiras semanas, quando a planta ainda é pequena e perde qualquer disputa por luz e água. Depois de instalada, cobre o solo com uma camada de cinco a sete centímetros de palha, relva seca ou folhas: trava as infestantes, mantém a humidade e evita que a chuva salpique terra para as folhas de baixo, que é como começa a maioria das doenças. Sacha sempre superficialmente para não cortar as raízes que correm à flor da terra.

Controlo de Pragas

A altica, um pequeno escaravelho saltador, crava a folha nova de furos redondos em tempo quente e seco: mantém o solo húmido e cobre com rede fina desde a sementeira. A lagarta da couve e a traça das crucíferas comem a folha por dentro: aplica Bacillus thuringiensis nas lagartas pequenas e inspecciona a face inferior da folha todas as semanas. A mosca da couve põe ovos junto ao colo e a larva destrói a raiz: um colar de cartão ou feltro à volta do caule impede a postura. O afídeo cinzento da couve forma colónias cerosas nos rebentos e combate-se com sabão potássico. Uma rede anti-insecto de malha fina colocada logo à plantação resolve quase todos estes problemas de uma só vez.

Doenças

A hérnia das crucíferas é a doença mais grave: deforma a raiz, a planta murcha e o fungo persiste no solo durante quase vinte anos. Previne-se com rotação de quatro a cinco anos, drenagem e um pH acima de 7,0, corrigido com calcário. A alternariose faz manchas concêntricas escuras e o míldio um pó cinzento na face inferior da folha; ambos gostam de humidade, por isso espaça bem e rega ao pé. A podridão negra entra pelos bordos da folha em forma de V amarelo e transmite-se pela semente e pela água de rega. Retira todos os restos da cultura no fim e não os deixes no compostor.

Colheita

Corta a cabeça central quando os grãos ainda estiverem bem fechados e verdes, mesmo que pareça pequena: quando amarelece já passou o ponto. Corta na diagonal com dez a quinze centímetros de caule, para a água não ficar no corte. Depois disso a planta emite rebentos laterais durante várias semanas, que muitas vezes valem mais do que a cabeça principal. A cor de referência é verde acizentado, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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