Couve-Flor Di Sicilia Violetto

Couve-Flor Di Sicilia Violetto

Saqueta Individual (aprox. 120 sementes)
€1,59 EUR
Preço de saldo  €1,59 EUR Preço normal 
Saltar para a informação do produto
Couve-Flor Di Sicilia Violetto

Couve-Flor Di Sicilia Violetto

€1,59 EUR
Preço de saldo  €1,59 EUR Preço normal 

Uma couve-flor surpreendente de cabeças roxas, raras no canteiro.

Sobre a variedade. Produz pomos roxos únicos com peso entre 2 e 3 kg, podendo ocasionalmente apresentar características intermédias entre couve-flor e brócolos. Fácil de produzir, sobretudo se semeada a meio da época habitual de cultivo.

Quantidade por saqueta

Itinerário técnico

Como cultivar couve-flor di sicilia violetto?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

pH ideal 6,5 a 7,5Temperatura ideal 15 a 20 °CCompasso 50 a 60 cm na linha, 60 a 70 cm entre linhas

Sementeira

Semeia em tabuleiro a um ou dois centímetros, a 15 °C a 20 °C, e transplanta com quatro a seis folhas verdadeiras, sem deixar a planta apertada no alvéolo. É a brássica menos tolerante a percalços: qualquer paragem por frio, seca ou transplante tardio dá cabeças minúsculas e soltas, o chamado botão prematuro. Para colher no Inverno, semeia entre Junho e Agosto; as sementeiras de Primavera só resultam onde o Verão é fresco.

Solo

Quer solo firme, profundo, rico em matéria orgânica e nunca ácido: o pH ideal está entre 6,5 e 7,5 e um solo ácido convida à hérnia das crucíferas. Gosta de solo assente e não fofo: calca ligeiramente à volta da planta depois de transplantar. Rotação mínima de quatro anos com qualquer outra crucífera, incluindo rabanete, nabo e rúcula.

Clima

Quer tempo fresco e estável, entre 15 °C e 20 °C, sem grandes oscilações. É a brássica mais sensível ao calor e à irregularidade climática, o que faz do Outono a melhor estação em quase toda a Península Ibérica. No litoral português encontra as condições quase ideais e pode ser cultivada durante grande parte do ano. No interior de Portugal e Espanha concentra a cultura no Outono, Inverno e princípio da Primavera, porque a partir de Junho o calor e o dia longo fazem a planta espigar e amargar. Em França cultiva-se com facilidade da Primavera ao Outono, e na Alemanha aproveita todo o Verão, que raramente é quente demais. Uma sombra ligeira nas horas centrais do dia prolonga a colheita em qualquer clima quente.

Fertilização

É uma cultura exigente. Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar, com um punhado de cinza de madeira para o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

Precisa de humidade constante do princípio ao fim, mais do que qualquer outra brássica. Rega abundantemente e nunca deixes o solo secar durante a formação da cabeça. Cobre o solo com palha para estabilizar a humidade.

Controlo de Infestantes

Sacha à mão nas primeiras semanas, quando a planta ainda é pequena e perde qualquer disputa por luz e água. Depois de instalada, cobre o solo com uma camada de cinco a sete centímetros de palha, relva seca ou folhas: trava as infestantes, mantém a humidade e evita que a chuva salpique terra para as folhas de baixo, que é como começa a maioria das doenças. Sacha sempre superficialmente para não cortar as raízes que correm à flor da terra.

Controlo de Pragas

A altica, um pequeno escaravelho saltador, crava a folha nova de furos redondos em tempo quente e seco: mantém o solo húmido e cobre com rede fina desde a sementeira. A lagarta da couve e a traça das crucíferas comem a folha por dentro: aplica Bacillus thuringiensis nas lagartas pequenas e inspecciona a face inferior da folha todas as semanas. A mosca da couve põe ovos junto ao colo e a larva destrói a raiz: um colar de cartão ou feltro à volta do caule impede a postura. O afídeo cinzento da couve forma colónias cerosas nos rebentos e combate-se com sabão potássico. Uma rede anti-insecto de malha fina colocada logo à plantação resolve quase todos estes problemas de uma só vez.

Doenças

A hérnia das crucíferas é a doença mais grave: deforma a raiz, a planta murcha e o fungo persiste no solo durante quase vinte anos. Previne-se com rotação de quatro a cinco anos, drenagem e um pH acima de 7,0, corrigido com calcário. A alternariose faz manchas concêntricas escuras e o míldio um pó cinzento na face inferior da folha; ambos gostam de humidade, por isso espaça bem e rega ao pé. A podridão negra entra pelos bordos da folha em forma de V amarelo e transmite-se pela semente e pela água de rega. Retira todos os restos da cultura no fim e não os deixes no compostor.

Colheita

Colhe quando a cabeça estiver firme, compacta e ainda lisa, antes de os grãos começarem a soltar-se. Nas variedades brancas, dobra duas folhas exteriores por cima da cabeça para a proteger do sol e manter a cor. A partir do momento certo, uma cabeça abre em poucos dias, por isso vigia diariamente no fim do ciclo. Conta cerca de 90 a 120 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é roxa, e é por ela que se avalia o ponto certo.

You may also like