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Couve Nero di Toscana

Couve Nero di Toscana

€1,59 EUR
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Uma couve kale elegante, de porte em palmeira e folhas azul-esverdeadas, tão ornamental quanto saborosa.

Sobre a variedade. As folhas começam a colher-se pela parte inferior, individualmente e ao longo de vários meses; o sabor não é influenciado pelas geadas. Cresce bem em vaso.

Quantidade por saqueta

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Couve Nero di Toscana

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Couve Nero di Toscana

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Couve Nero di Toscana
Dias até à colheita 50–60 dias desde a transplantação
Germinação5–10 dias
Profundidade de sementeira1–2 cm
Compasso 40–50 × 50–70 cmna linha × entre linhas
Altura da planta30 cm
Temperatura ideal15–20 °C
pH do solo6,5–7,5
GeadaResistente

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Adequada a vaso
  • Resistente à geada

Itinerário técnico

Como cultivar couve nero di toscana?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em tabuleiro a um ou dois centímetros, a 15 °C a 20 °C, e transplanta com quatro a seis folhas verdadeiras, enterrando bem o caule e firmando a terra. Também se semeia directamente e desbasta-se depois. Nas regiões de Inverno ameno, uma sementeira de fim de Verão dá colheita durante todo o Inverno e a Primavera seguinte. Com cerca de 30 centímetros de altura, esta variedade cresce bem num vaso com vinte centímetros de fundo e furos de drenagem. Usa um recipiente com pelo menos vinte e cinco centímetros de profundidade e furos de drenagem, e conta com rega mais frequente, porque um vaso seca muito mais depressa do que o solo. Semeia de Fevereiro a Abril para colher no Verão e Outono, e de Julho a Setembro para a colheita de Inverno.

Solo

Quer solo firme, profundo, rico em matéria orgânica e nunca ácido: o pH ideal está entre 6,5 e 7,5 e um solo ácido convida à hérnia das crucíferas. Gosta de solo assente e não fofo: calca ligeiramente à volta da planta depois de transplantar. Rotação mínima de quatro anos com qualquer outra crucífera, incluindo rabanete, nabo e rúcula.

Clima

Prefere tempo fresco, entre 15 °C e 20 °C, e é das culturas mais resistentes ao frio da horta: aguenta vários graus negativos e a folha fica visivelmente mais doce depois da geada. No calor forte a folha endurece e amarga. No litoral português desenvolve-se sem problemas todo o Inverno. No interior de Portugal e Espanha as geadas nocturnas não a prejudicam, mas o Verão é demasiado quente e seco para ela. Em França e na Alemanha é cultura de Verão e Outono e aguenta o Inverno ao ar livre sem protecção; a geada só a adoça. Em Itália é cultura de Outono e Inverno no centro e no sul, como em Portugal, e de Primavera a Inverno no norte, onde também aguenta o frio do vale do Pó ao ar livre.

Fertilização

É uma cultura exigente. Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar, com um punhado de cinza de madeira para o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

Rega regularmente para manter a folha tenra. A falta de água torna-a folha coriácea e amarga de forma permanente. Uma cobertura de palha mantém a humidade e reduz a rega no Verão. No Inverno, com chuva regular, a rega é quase dispensável.

Controlo de Infestantes

Sacha à mão nas primeiras semanas, quando a planta ainda é pequena e perde qualquer disputa por luz e água. Depois de instalada, cobre o solo com uma camada de cinco a sete centímetros de palha, relva seca ou folhas: trava as infestantes, mantém a humidade e evita que a chuva salpique terra para as folhas de baixo, que é como começa a maioria das doenças. Sacha sempre superficialmente para não cortar as raízes que correm à flor da terra.

Controlo de Pragas

A altica, um pequeno escaravelho saltador, crava a folha nova de furos redondos em tempo quente e seco: mantém o solo húmido e cobre com rede fina desde a sementeira. A lagarta da couve e a traça das crucíferas comem a folha por dentro: aplica Bacillus thuringiensis nas lagartas pequenas e inspecciona a face inferior da folha todas as semanas. A mosca da couve põe ovos junto ao colo e a larva destrói a raiz: um colar de cartão ou feltro à volta do caule impede a postura. O afídeo cinzento da couve forma colónias cerosas nos rebentos e combate-se com sabão potássico. Uma rede anti-insecto de malha fina colocada logo à plantação resolve quase todos estes problemas de uma só vez.

Doenças

A hérnia das crucíferas é a doença mais grave: deforma a raiz, a planta murcha e o fungo persiste no solo durante quase vinte anos. Previne-se com rotação de quatro a cinco anos, drenagem e um pH acima de 7,0, corrigido com calcário. A alternariose faz manchas concêntricas escuras e o míldio um pó cinzento na face inferior da folha; ambos gostam de humidade, por isso espaça bem e rega ao pé. A podridão negra entra pelos bordos da folha em forma de V amarelo e transmite-se pela semente e pela água de rega. Retira todos os restos da cultura no fim e não os deixes no compostor.

Colheita

Colhe as folhas exteriores uma a uma, das de baixo para cima, e deixa sempre o gomo central e cinco a seis folhas jovens: assim a planta produz durante meses e não pára. Colher a planta inteira de uma vez desperdiça a maior vantagem desta cultura. As folhas colhidas depois de uma geada são as mais doces. Conta cerca de 50 a 60 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é verde azulado, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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