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Couve San Michele

Couve San Michele

€9,99 EUR
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Uma couve lombarda atraente, de cabeça grande e firme e folhas com nuances vermelho-púrpura.

Sobre a variedade. As folhas verdes, ligeiramente enrugadas, ganham tons púrpura; é de ciclo médio-tardio e pesa entre 1 e 2 kg, ideal para a produção de outono e início do inverno.

Quantidade por saqueta

  • €1,59
  • €9,99
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Quantidade por saqueta

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Couve San Michele

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Couve San Michele

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Couve San Michele
Dias até à colheita 120–140 dias desde a transplantação
Germinação5–10 dias
Profundidade de sementeira1–2 cm
Compasso 40–60 × 50–70 cmna linha × entre linhas
Altura da planta30–40 cm
Temperatura ideal15–20 °C
pH do solo6,5–7,5
GeadaResistente

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Resistente à geada

Itinerário técnico

Como cultivar couve san michele?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em tabuleiro a um ou dois centímetros de profundidade, a 15 °C a 20 °C. Germina em cinco a dez dias. Transplanta com quatro a seis folhas verdadeiras, cerca de cinco semanas depois, enterrando a planta até às primeiras folhas e calcando bem a terra à volta: uma couve mal firmada abana ao vento e nunca forma cabeça em condições. Rega bem no dia do transplante e coloca logo o colar contra a mosca da couve. Para colher no Inverno, semeia entre Junho e Agosto; para colher na Primavera, semeia em Janeiro e Fevereiro em local abrigado.

Solo

Quer solo firme, profundo, rico em matéria orgânica e nunca ácido: o pH ideal está entre 6,5 e 7,5 e um solo ácido convida à hérnia das crucíferas. Gosta de solo assente e não fofo: calca ligeiramente à volta da planta depois de transplantar. Rotação mínima de quatro anos com qualquer outra crucífera, incluindo rabanete, nabo e rúcula.

Clima

É uma cultura de tempo fresco, que dá o seu melhor entre 15 °C e 20 °C e melhora de sabor depois de uma geada. O calor forte trava a formação da cabeça e faz a planta espigar. No litoral português desenvolve-se sem problemas todo o Inverno. No interior de Portugal e Espanha as geadas nocturnas não a prejudicam, mas o Verão é demasiado quente e seco para ela. Em França e na Alemanha é uma cultura de Verão e Outono, e em Inverno frio um véu de forçagem ou um túnel baixo mantêm a folha em bom estado até bem dentro da estação fria. Em Itália é cultura de Outono e Inverno no centro e no sul, como em Portugal, e de Primavera e Outono no norte, onde o Inverno do vale do Pó é demasiado duro para a deixar ao ar livre sem protecção.

Fertilização

É uma cultura exigente. Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar, com um punhado de cinza de madeira para o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

Rega de forma regular e generosa, porque a folha transpira muito. A irregularidade é o que faz rachar as cabeças já formadas: depois de uma seca, uma rega forte parte a couve ao meio. Rega ao pé da planta e cobre o solo com palha para amortecer as variações.

Controlo de Infestantes

Sacha à mão nas primeiras semanas, quando a planta ainda é pequena e perde qualquer disputa por luz e água. Depois de instalada, cobre o solo com uma camada de cinco a sete centímetros de palha, relva seca ou folhas: trava as infestantes, mantém a humidade e evita que a chuva salpique terra para as folhas de baixo, que é como começa a maioria das doenças. Sacha sempre superficialmente para não cortar as raízes que correm à flor da terra.

Controlo de Pragas

A altica, um pequeno escaravelho saltador, crava a folha nova de furos redondos em tempo quente e seco: mantém o solo húmido e cobre com rede fina desde a sementeira. A lagarta da couve e a traça das crucíferas comem a folha por dentro: aplica Bacillus thuringiensis nas lagartas pequenas e inspecciona a face inferior da folha todas as semanas. A mosca da couve põe ovos junto ao colo e a larva destrói a raiz: um colar de cartão ou feltro à volta do caule impede a postura. O afídeo cinzento da couve forma colónias cerosas nos rebentos e combate-se com sabão potássico. Uma rede anti-insecto de malha fina colocada logo à plantação resolve quase todos estes problemas de uma só vez.

Doenças

A hérnia das crucíferas é a doença mais grave: deforma a raiz, a planta murcha e o fungo persiste no solo durante quase vinte anos. Previne-se com rotação de quatro a cinco anos, drenagem e um pH acima de 7,0, corrigido com calcário. A alternariose faz manchas concêntricas escuras e o míldio um pó cinzento na face inferior da folha; ambos gostam de humidade, por isso espaça bem e rega ao pé. A podridão negra entra pelos bordos da folha em forma de V amarelo e transmite-se pela semente e pela água de rega. Retira todos os restos da cultura no fim e não os deixes no compostor.

Colheita

Colhe quando a cabeça estiver firme ao apertar com a mão. Corta pela base com faca e deixa o toco no solo com algumas folhas: muitas variedades emitem rebentos laterais que dão uma segunda colheita mais pequena. Uma cabeça que começa a rachar deve ser colhida de imediato. Conserva-se várias semanas em local fresco e escuro. Conta cerca de 120 a 140 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é roxa, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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