Cucamelon

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Saqueta Individual (aprox. 25 sementes)
€1,99 EUR
Preço de saldo  €1,99 EUR Preço normal 
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Cucamelon

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Uma das plantas mais surpreendentes da horta: frutos do tamanho de uma uva com casca listada de branco e verde, idênticos a miniaturas de melancia, mas com o sabor refrescante e a textura firme de um pepino.

Sobre a variedade. O cucamelon é uma trepadeira indeterminada que alcança 200 cm. Os frutos ovalados são perfeitos para conserva — a casca fina preserva uma crocância especial. As flores amarelas são comestíveis e melíferas, atraindo insectos polinizadores.

Quantidade por saqueta

Itinerário técnico

Como cultivar cucamelon?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

pH ideal 6,0 a 7,0Temperatura ideal 20 a 30 °CCompasso 30 a 40 cm na linha, 80 a 100 cm entre linhas

Sementeira

Semeia em tabuleiro quatro a seis semanas antes de plantar, a um centímetro, a 22 °C a 25 °C. A semente é muito pequena e a germinação pode levar duas semanas. Repica para vaso individual e planta fora depois das últimas geadas, junto a uma rede ou canas, porque trepa com facilidade até dois metros. A sementeira directa só resulta no Sul, com o solo acima de 18 °C; no resto do território a plântula arranca devagar demais e perde-se entre as infestantes. Planta a 30 a 40 centímetros na linha, uma planta por cana ou por malha da rede.

Solo

Adapta-se a solos comuns, desde que soltos e bem drenados, com pH entre 6,0 e 7,0. Não é exigente: um solo com composto maduro chega para todo o ciclo. Forma pequenos tubérculos que podem ser guardados e replantados no ano seguinte.

Clima

Gosta de sol pleno e calor entre 20 °C e 30 °C, mas é surpreendentemente tolerante e produz bem mesmo em Verões medianos. Não resiste à geada. Precisa sempre de suporte vertical. Planta fora só depois da última geada e com o solo aquecido, porque as plantas jovens são pequenas e param em solo frio. Tolera o calor do interior ibérico sem sombra, desde que não falte água, e no litoral fresco e no norte da Europa produz igualmente ao ar livre num ponto soalheiro e abrigado. Uma planta cobre uma rede de dois metros em poucas semanas e dá fruto até às primeiras geadas de Outono. No fim da estação guarda os tubérculos num local fresco e sem geada e replanta-os na Primavera: partem com um mês de avanço.

Fertilização

Tem necessidades moderadas. Um a dois quilos de composto maduro por metro quadrado incorporados antes da sementeira cobrem quase todo o ciclo. Se a folha empalidecer, uma rega com adubo orgânico líquido equilibrado a meio do ciclo é suficiente. Não uses estrume fresco, que queima as raízes e favorece doenças.

Rega

Rega regular e moderada. Aguenta melhor a seca do que o pepino, mas a falta de água reduz muito o número de frutos. Cobre o solo com palha para manter a humidade. No auge do Verão rega em profundidade duas a três vezes por semana, de preferência de manhã e ao pé da planta.

Controlo de Infestantes

O período crítico é o primeiro mês, antes de a folhagem cobrir o solo. Sacha à mão nessa fase e, quando as guias começarem a alastrar, deixa de mexer na terra: a partir daí a própria planta abafa as infestantes. Uma cobertura de palha por baixo da folhagem mantém os frutos limpos e secos e reduz muito as perdas por podridão de contacto com o solo.

Controlo de Pragas

É pouco atacada. Vigia afídeos nos rebentos e lesmas nas plantas jovens. Sabão potássico resolve os afídeos e uma barreira de cinza ou fosfato férrico protege as plântulas. A aranha vermelha pode aparecer em estufa ou no calor seco do interior: molha a folhagem de manhã e usa óleo de neem se persistir. A rede que a suporta mantém os frutos fora do alcance das lesmas, e os pássaros raramente lhe tocam.

Doenças

É notavelmente resistente ao oídio e ao míldio, ao contrário da maioria das cucurbitáceas. O único risco real é a podridão da raiz em solo encharcado. Garante drenagem e circulação de ar. Numa estação muito húmida pode aparecer algum oídio no fim do Verão: retira as folhas afectadas e nunca regues sobre a folhagem. No fim da estação retira a planta inteira e não deixes restos no chão, porque abrigam fungos para o ano seguinte.

Colheita

Colhe os frutos com dois a três centímetros, quando estão firmes e crocantes. Passado esse ponto ficam moles e ácidos. Os frutos escondem-se atrás da folhagem: revista a planta dos dois lados da rede, porque os que escapam ficam moles e cheios de sementes. Colhe todos os dias durante a produção, porque uma única planta pode dar centenas de frutos e a colheita frequente mantém a planta activa. A cor de referência é branco com riscas verdes, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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