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Equinácea

Equinácea

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Uma planta perene verdadeiramente marcante, com flores rosa simples que iluminam canteiros e bordaduras durante semanas.

Sobre a variedade. Esta variedade atinge 40–70 cm de altura e reúne num só porte ornamentação, propriedades medicinais e um enorme poder de atração para polinizadores — abelhas, borboletas e pássaros visitam-na com regularidade. As flores são comestíveis.

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Equinácea

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Equinácea

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Equinácea
Dias até à floração 100–120 dias desde a transplantação
Germinação7–21 dias
Profundidade de sementeira0,5–1 cm
Compasso 25–30 × 30–40 cmna linha × entre linhas
Altura da planta40–70 cm
Temperatura ideal15–25 °C
pH do solo6,0–7,5
GeadaResistente

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Floração
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Floração

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Flor comestível
  • Melífera
  • Atrai insectos auxiliares
  • Adequada a vaso
  • Resistente à geada

Itinerário técnico

Como cultivar equinácea?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em tabuleiro a meio centímetro. A germinação é lenta e irregular, de dez a trinta dias, e melhora muito com três a quatro semanas de frio no frigorífico antes de semear. Transplanta com quatro a seis folhas verdadeiras. É perene: no primeiro ano faz sobretudo folhagem e raiz, e a floração cheia chega no segundo. Semeia no Outono ou no fim do Inverno. Endurece as plantas ao ar livre durante uma semana antes de as plantar e dá-lhes 30 a 40 cm de espaço, porque a touceira alarga com os anos.

Solo

Adapta-se a solos comuns e bem drenados, com pH entre 6,0 e 7,5. Um solo demasiado rico é contraproducente: dá plantas altas e frondosas com poucas flores, e é o erro mais comum em canteiros de flor. Se o solo for pesado, incorpora areia grossa ou composto para melhorar a drenagem, porque a água parada no Inverno apodrece as raízes.

Clima

Quer sol pleno, no mínimo seis horas por dia, e temperaturas entre 15 °C e 25 °C. É perene e rústica: as geadas não terminam o ciclo, apenas fazem a planta recolher-se para rebentar de novo na Primavera. Resiste bem à seca depois de instalada, o que a torna fácil no interior ibérico. Vive e floresce vários anos no mesmo lugar. Em Itália aplica-se o mesmo calendário: as condições do centro e do sul aproximam-se das do sul de Portugal e de Espanha, e as do norte das do centro de França. No pico do Verão a floração abranda e as flores saem mais pequenas: uma sombra ligeira a meio do dia e rega regular mantêm a planta a florir. Nas regiões frias planta cedo, para a raiz estar feita antes do Inverno; a partir do segundo ano aguenta qualquer geada.

Fertilização

Precisa de pouco. Um solo comum com algum composto maduro chega, e o excesso de azoto é contraproducente porque dá muita folha e poucas flores. Se quiseres reforçar a floração, aplica um adubo rico em potássio quando aparecerem os primeiros botões.

Rega

Rega regularmente durante a instalação e depois de forma moderada, deixando a superfície secar entre regas. Rega ao pé da planta e de manhã, porque a flor molhada apodrece e a folhagem húmida traz oídio.

Controlo de Infestantes

Sacha com frequência e sempre à superfície, porque as raízes são curtas e superficiais e partem com facilidade. O melhor método é preparar o canteiro com duas ou três semanas de antecedência, deixar germinar a primeira leva de infestantes, eliminá-la e só depois semear: ganha-se um avanço decisivo. Uma cobertura fina de composto peneirado entre as linhas reduz muito o trabalho seguinte.

Controlo de Pragas

Os afídeos concentram-se nos botões florais e nas pontas tenras e são a praga mais comum: aplica sabão potássico e favorece joaninhas e sirfídeos, que fazem a maior parte do trabalho. As lesmas e os caracóis destroem as plântulas: protege com barreira de cinza nas primeiras semanas. Os tripes e a aranha vermelha aparecem no calor seco. Evita tratar durante a floração, para não prejudicar os polinizadores.

Doenças

O oídio cobre as folhas de um pó branco no fim do Verão e é quase inevitável em plantas apertadas: espaça bem e aplica bicarbonato de potássio aos primeiros sinais. A botrytis apodrece as flores em tempo húmido e a podridão do colo mata as plântulas em sementeiras encharcadas. Retira flores murchas e folhas doentes com regularidade.

Colheita

Corta as flores de manhã cedo, quando estiverem a abrir mas ainda não completamente abertas, e coloca-as imediatamente em água. No primeiro ano a planta faz sobretudo folhagem e raiz: conta cerca de 100 a 120 dias desde o transplante até às primeiras flores, mas a floração cheia só chega no segundo ano. No fim do Outono corta as hastes secas, ou deixa-as de pé para os pássaros. A cor de referência é rosa.

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