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Ervilha de cheiro

Ervilha de cheiro

€1,49 EUR
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Uma trepadeira encantadora de flores em vários tons pastel e aroma forte e inconfundível.

Sobre a variedade. Planta indeterminada e melífera que sobe até 200 cm; ornamental por excelência, dá-se bem em vaso. Removendo as flores murchas, mantém a produção de novas durante mais tempo.

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Ervilha de cheiro

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Ervilha de cheiro

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Ervilha de cheiro
Dias até à floração 140–150 dias desde a transplantação
Germinação7–14 dias
Profundidade de sementeira2 cm
Altura da planta200 cm
Temperatura ideal15–25 °C
pH do solo6,0–7,5
GeadaResistente

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira directa
Floração
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira directa
Floração

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Melífera
  • Adequada a vaso
  • Resistente à geada
  • Sementeira directa

Itinerário técnico

Como cultivar ervilha de cheiro?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia directamente no local definitivo a dois centímetros, ou em vaso fundo para transplantar cedo, porque a raiz é comprida e não gosta de ser mexida. A semente tem tegumento duro: põe-a de molho doze horas em água morna, ou raspa-a levemente com uma lixa, antes de semear. Germina em dez a vinte dias. É trepadeira e atinge dois metros: coloca uma rede, canas ou arame antes ou no momento da sementeira, porque instalar o suporte depois parte as raízes. No Sul semeia-se no Outono para florir na Primavera; no Norte, no fim do Inverno. Atenção: as sementes e as vagens desta espécie NÃO se comem e são tóxicas, ao contrário da ervilha de horta. É uma flor de jardim, não uma leguminosa alimentar.

Solo

Adapta-se a solos comuns e bem drenados, com pH entre 6,0 e 7,5. Ao contrário da maioria das flores anuais, é gulosa: abre uma vala de trinta centímetros e enche-a de composto ou estrume bem curtido no Outono anterior. Se o solo for pesado, incorpora areia grossa ou composto para melhorar a drenagem, porque a água parada no Inverno apodrece as raízes.

Clima

Quer sol pleno, no mínimo seis horas por dia, e temperaturas entre 15 °C e 25 °C. Com menos sol as plantas estiolam e florescem mal. Aguenta geadas ligeiras enquanto é jovem, o que permite a sementeira de Outono no Sul; é o calor do Verão que termina o ciclo. No litoral português e no sul de Espanha aproveita a Primavera e o Outono e evita o pico do Verão. No interior ibérico rega mais nos meses secos. Em França e na Alemanha a estação natural é a Primavera e o Verão, com sementeira a partir do momento em que o solo aquece de forma estável. Em Itália vale a mesma regra do resto do Mediterrâneo: Primavera e Outono no centro e no sul, Primavera e Verão no norte. No pico do Verão a floração abranda e as flores saem mais pequenas: uma sombra ligeira a meio do dia e rega regular mantêm a planta a florir.

Fertilização

É a excepção entre as flores anuais: precisa de muito. Enriquece o solo com composto ou estrume curtido antes da sementeira e, quando começar a florir, rega com adubo orgânico líquido de quinze em quinze dias. Se quiseres reforçar a floração, aplica um adubo rico em potássio quando aparecerem os primeiros botões.

Rega

Rega regularmente durante a instalação e depois de forma moderada, deixando a superfície secar entre regas. Rega ao pé da planta e de manhã, porque a flor molhada apodrece e a folhagem húmida traz oídio.

Controlo de Infestantes

Sacha com frequência e sempre à superfície, porque as raízes são curtas e superficiais e partem com facilidade. O melhor método é preparar o canteiro com duas ou três semanas de antecedência, deixar germinar a primeira leva de infestantes, eliminá-la e só depois semear: ganha-se um avanço decisivo. Uma cobertura fina de composto peneirado entre as linhas reduz muito o trabalho seguinte.

Controlo de Pragas

Os afídeos concentram-se nos botões florais e nas pontas tenras e são a praga mais comum: aplica sabão potássico e favorece joaninhas e sirfídeos, que fazem a maior parte do trabalho. As lesmas e os caracóis destroem as plântulas: protege com barreira de cinza nas primeiras semanas. Os tripes e a aranha vermelha aparecem no calor seco. Evita tratar durante a floração, para não prejudicar os polinizadores.

Doenças

O oídio cobre as folhas de um pó branco no fim do Verão e é quase inevitável em plantas apertadas: espaça bem e aplica bicarbonato de potássio aos primeiros sinais. A botrytis apodrece as flores em tempo húmido e a podridão do colo mata as plântulas em sementeiras encharcadas. Retira flores murchas e folhas doentes com regularidade.

Colheita

Corta as flores de manhã cedo, quando estiverem a abrir mas ainda não completamente abertas, e coloca-as imediatamente em água. Retira as flores murchas da planta com regularidade: enquanto não houver semente formada, a planta continua a florir, e essa é a única regra que realmente importa para prolongar a floração. Deixa algumas flores ir a semente no fim da estação se quiseres ressementeira natural. Conta cerca de 140 a 150 dias desde a sementeira até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é multicolor, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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