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Meloa Petit Gris de Rennes

Meloa Petit Gris de Rennes

€1,59 EUR
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Uma meloa de origem francesa com séculos de tradição, pequena, perfumada e de polpa alaranjada irresistível.

Sobre a variedade. Frutos redondos com ranhuras e casca encortiçada verde-escura e cinzenta, pesando 800–1100 g. A polpa é alaranjada, doce e muito aromática — uma sobremesa de verão por si só. Atenção ao ponto de colheita: frutos com casca totalmente amarela estão demasiado maduros (ácidos e fermentados); o momento ideal é quando a casca verde apresenta manchas amarelas. As flores são comestíveis e atraem polinizadores.

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Meloa Petit Gris de Rennes

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Meloa Petit Gris de Rennes

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Meloa Petit Gris de Rennes
Dias até à colheita 70–80 dias desde a transplantação
Germinação5–10 dias
Profundidade de sementeira2–3 cm
Compasso 100 × 100 cmna linha × entre linhas
Altura da planta30 cm
Temperatura ideal22–32 °C
pH do solo6,0–7,0
GeadaSensível

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Sementeira directa
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Flor comestível
  • Melífera
  • Sementeira directa

Itinerário técnico

Como cultivar meloa petit gris de rennes?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em vaso individual três a quatro semanas antes de plantar, a dois centímetros, com o substrato entre 24 °C e 28 °C. Germina em quatro a oito dias. Transplanta com o torrão intacto e nunca enterres o colo, que apodrece com facilidade. Planta em solo já aquecido, acima de 18 °C: uma plantação precoce em solo frio bloqueia a planta para o resto da estação. As primeiras flores são todas masculinas e não dão fruto; se mais tarde os frutos secarem ainda pequenos, falta polinização: poliniza à mão de manhã cedo com um pincel. Esta variedade produz guias longas: o compasso indicado é para plantas conduzidas em suporte ou com as guias contidas; deixada a correr pelo chão, ocupa dois a três metros.

Solo

Quer solo solto, profundo, muito bem drenado e rico em matéria orgânica, com pH entre 6,0 e 7,0. Prefere terrenos que aquecem depressa, como os arenosos ou francos, e detesta solos pesados e frios. Um canteiro elevado com filme ou cobertura escura acelera muito o arranque nas regiões mais frescas.

Clima

Precisa de muito calor e de sol, entre 22 °C e 32 °C, e de uma estação longa e seca no fim para o fruto ganhar açúcar. É a cultura mais dependente de calor de toda a horta europeia. No litoral atlântico e no Norte da Europa raramente atinge o doce que atinge no interior, e aí a estufa ou o túnel são quase obrigatórios. No interior de Portugal e Espanha o calor é o factor limitante e não o frio: nas semanas em que a temperatura passa dos 35 °C a planta pára de vingar e convém dar sombra ligeira a meio do dia. Em França o cultivo ao ar livre é seguro do centro para sul, enquanto no norte e na Alemanha compensa cultivar em estufa, túnel ou junto a um muro virado a sul, plantando só depois de passar o risco de geada tardia, que nessas regiões é por meados de Maio.

Fertilização

Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar e junta um punhado de cinza de madeira para reforçar o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

Rega regularmente até os frutos atingirem o tamanho final e depois reduz drasticamente. Continuar a regar durante a maturação é o erro que arruína mais melões: dá fruto insípido e rachado. As últimas duas semanas devem ser quase secas. Rega sempre ao pé da planta, nunca sobre a folha nem sobre o fruto.

Controlo de Infestantes

O período crítico é o primeiro mês, antes de a folhagem cobrir o solo. Sacha à mão nessa fase e, quando as guias começarem a alastrar, deixa de mexer na terra: a partir daí a própria planta abafa as infestantes. Uma cobertura de palha por baixo da folhagem mantém os frutos limpos e secos e reduz muito as perdas por podridão de contacto com o solo.

Controlo de Pragas

As pragas principais são o afídeo, a aranha vermelha, os tripes e a mosca branca, e nas plantas jovens as lesmas e os caracóis, que podem cortar uma planta acabada de nascer numa noite. Protege as plântulas com uma garrafa cortada ou uma barreira de cinza nas primeiras semanas. Contra afídeos e mosca branca aplica sabão potássico ao fim da tarde; contra a aranha vermelha, que aparece no calor seco, molha a folha de manhã e usa óleo de neem.

Doenças

O oídio é praticamente inevitável e reconhece-se pelo pó branco na face superior da folha, sobretudo a partir de meados do Verão. Trava-se com bicarbonato de potássio ou enxofre aplicado aos primeiros sinais, folhas velhas retiradas e boa circulação de ar. O míldio das cucurbitáceas dá manchas amarelas angulosas limitadas pelas nervuras e prospera na humidade do litoral. A antracnose e a podridão do colo aparecem em solo encharcado. Faz rotação de quatro anos e retira todos os restos da cultura no fim da estação, porque é neles que os fungos passam o Inverno.

Colheita

O ponto de colheita conhece-se pelo aroma na extremidade oposta ao pedúnculo, pela mudança de cor de fundo e, nas variedades de rede, pelo pedúnculo que começa a fender e a soltar-se sozinho. Um melão colhido cedo demais não amadurece nem ganha açúcar depois de cortado. Coloca uma telha, tábua ou palha por baixo de cada fruto para o manter seco e limpo. Conta cerca de 70 a 80 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é casca verde escura e cinzenta, com polpa laranja, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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