Milho doce Golden Bantam

Milho doce Golden Bantam

Saqueta Individual (aprox. 40 sementes)
€1,90 EUR
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Milho doce Golden Bantam

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Uma variedade clássica de milho doce de polinização aberta, escolhida por quem valoriza o sabor autêntico do milho de antigamente.

Sobre a variedade. Golden Bantam produz espigas bonitas, razoavelmente grandes, com grãos amarelo-alaranjados de sabor doce e intenso quando colhidos no momento certo. É uma seleção precoce a média, ideal para quem quer variedade produtiva e com carácter.

Quantidade por saqueta

Itinerário técnico

Como cultivar milho doce golden bantam?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

pH ideal 6,0 a 7,0Temperatura ideal 18 a 30 °CCompasso 20 cm na linha, 60 a 75 cm entre linhas

Sementeira

Semeia directamente a três ou cinco centímetros, com o solo acima de 15 °C. Germina em sete a dez dias. Semeia sempre em bloco de pelo menos quatro linhas por quatro, e nunca numa linha única: a polinização é feita pelo vento e uma linha isolada dá espigas com grãos falhados, que é o erro mais comum nesta cultura. Semeia de três em três semanas para escalonar a colheita. Esta variedade atinge 200 centímetros ou mais de altura, por isso escolhe um local abrigado do vento; não precisa de tutor, basta amontoar terra ao pé.

Solo

Quer solo profundo, fértil e rico em matéria orgânica, com pH entre 6,0 e 7,0. É uma cultura exigente em azoto e em água. Amontoa terra à volta do pé quando a planta tiver cinquenta centímetros, para reforçar as raízes de suporte e evitar o tombamento com o vento.

Clima

Precisa de calor e sol pleno, entre 18 °C e 30 °C, e de uma estação sem geada. É sensível ao vento forte, que deita as plantas. Nas regiões de Verão curto, escolhe variedades precoces e semeia em vaso biodegradável para ganhar duas semanas. Na Alemanha e no norte de França cultiva-se ao ar livre sem problema: semeia em meados de Maio, depois da última geada, e escolhe as variedades mais precoces. Não a cultives em estufa: a polinização é feita pelo vento e precisa de ar em movimento e de espaço para o bloco. No interior ibérico o calor acima de 35 °C durante a floração seca o pólen e deixa espigas falhadas: semeia em Abril para florir antes do pico do Verão e não deixes faltar água nessa fase.

Fertilização

Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar e junta um punhado de cinza de madeira para reforçar o potássio. Quando a planta chegar à altura do joelho, aplica uma adubação de cobertura rica em azoto, como estrume de galinha curtido ou farinha de sangue, porque é a partir daí que mais o consome.

Rega

Rega abundantemente, sobretudo desde a emissão da panícula até ao enchimento do grão, que é a fase crítica: uma falha de água nesse momento dá espigas pequenas e mal cheias. No interior ibérico é uma das culturas com maior consumo de água do Verão.

Controlo de Infestantes

Sacha à mão nas primeiras semanas, quando a planta ainda é pequena e perde qualquer disputa por luz e água. Depois de instalada, cobre o solo com uma camada de cinco a sete centímetros de palha, relva seca ou folhas: trava as infestantes, mantém a humidade e evita que a chuva salpique terra para as folhas de baixo, que é como começa a maioria das doenças. Sacha sempre superficialmente para não cortar as raízes que correm à flor da terra.

Controlo de Pragas

A lagarta da espiga entra pela ponta e come os grãos: aplica Bacillus thuringiensis quando os estigmas aparecerem, ou pinga umas gotas de óleo vegetal na ponta da espiga. A broca do caule abre galerias no colmo e enfraquece a planta. Os afídeos concentram-se na panícula e os pássaros atacam a semente recém semeada e as espigas maduras: cobre a linha à sementeira e as espigas com um saco de rede na maturação.

Doenças

A ferrugem faz pústulas alaranjadas nas folhas e o carvão do milho forma tumores esbranquiçados e depois negros nas espigas, que devem ser retirados e destruídos antes de rebentarem. As manchas foliares aparecem em tempo húmido. Escolhe o ponto mais arejado e não semeies demasiado denso dentro do bloco, para a folhagem secar depressa depois da chuva. Faz rotação de três anos e retira todos os restos da cultura no fim.

Colheita

A espiga está no ponto quando os estigmas na ponta estiverem castanhos e secos e um grão furado com a unha deitar um líquido leitoso: se o líquido for aquoso falta tempo, se for pastoso já passou. O açúcar converte-se em amido em poucas horas depois da colheita, por isso colhe imediatamente antes de cozinhar. Puxa a espiga para baixo e torce para a soltar. A cor de referência é amarelo alaranjado, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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