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Milho doce Golden Bantam

Milho doce Golden Bantam

€1,90 EUR
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Uma variedade clássica de milho doce de polinização aberta, escolhida por quem valoriza o sabor autêntico do milho de antigamente.

Sobre a variedade. Golden Bantam produz espigas bonitas, razoavelmente grandes, com grãos amarelo-alaranjados de sabor doce e intenso quando colhidos no momento certo. É uma seleção precoce a média, ideal para quem quer variedade produtiva e com carácter.

Quantidade por saqueta

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Milho doce Golden Bantam

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Milho doce Golden Bantam

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Milho doce Golden Bantam
Germinação5–10 dias
Profundidade de sementeira3–5 cm
Compasso 20 × 60–75 cmna linha × entre linhas
Altura da planta130–200 cm
Temperatura ideal18–30 °C
pH do solo6,0–7,0
GeadaSensível

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira directa
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Sementeira directa
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Sementeira directa

Itinerário técnico

Como cultivar milho doce golden bantam?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia directamente a três ou cinco centímetros, com o solo acima de 15 °C. Germina em sete a dez dias. Semeia sempre em bloco de pelo menos quatro linhas por quatro, e nunca numa linha única: a polinização é feita pelo vento e uma linha isolada dá espigas com grãos falhados, que é o erro mais comum nesta cultura. Semeia de três em três semanas para escalonar a colheita. Esta variedade atinge 200 centímetros ou mais de altura, por isso escolhe um local abrigado do vento; não precisa de tutor, basta amontoar terra ao pé.

Solo

Quer solo profundo, fértil e rico em matéria orgânica, com pH entre 6,0 e 7,0. É uma cultura exigente em azoto e em água. Amontoa terra à volta do pé quando a planta tiver cinquenta centímetros, para reforçar as raízes de suporte e evitar o tombamento com o vento.

Clima

Precisa de calor e sol pleno, entre 18 °C e 30 °C, e de uma estação sem geada. É sensível ao vento forte, que deita as plantas. Nas regiões de Verão curto, escolhe variedades precoces e semeia em vaso biodegradável para ganhar duas semanas. Na Alemanha e no norte de França cultiva-se ao ar livre sem problema: semeia em meados de Maio, depois da última geada, e escolhe as variedades mais precoces. Não a cultives em estufa: a polinização é feita pelo vento e precisa de ar em movimento e de espaço para o bloco. No interior ibérico o calor acima de 35 °C durante a floração seca o pólen e deixa espigas falhadas: semeia em Abril para florir antes do pico do Verão e não deixes faltar água nessa fase.

Fertilização

Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar e junta um punhado de cinza de madeira para reforçar o potássio. Quando a planta chegar à altura do joelho, aplica uma adubação de cobertura rica em azoto, como estrume de galinha curtido ou farinha de sangue, porque é a partir daí que mais o consome.

Rega

Rega abundantemente, sobretudo desde a emissão da panícula até ao enchimento do grão, que é a fase crítica: uma falha de água nesse momento dá espigas pequenas e mal cheias. No interior ibérico é uma das culturas com maior consumo de água do Verão.

Controlo de Infestantes

Sacha à mão nas primeiras semanas, quando a planta ainda é pequena e perde qualquer disputa por luz e água. Depois de instalada, cobre o solo com uma camada de cinco a sete centímetros de palha, relva seca ou folhas: trava as infestantes, mantém a humidade e evita que a chuva salpique terra para as folhas de baixo, que é como começa a maioria das doenças. Sacha sempre superficialmente para não cortar as raízes que correm à flor da terra.

Controlo de Pragas

A lagarta da espiga entra pela ponta e come os grãos: aplica Bacillus thuringiensis quando os estigmas aparecerem, ou pinga umas gotas de óleo vegetal na ponta da espiga. A broca do caule abre galerias no colmo e enfraquece a planta. Os afídeos concentram-se na panícula e os pássaros atacam a semente recém semeada e as espigas maduras: cobre a linha à sementeira e as espigas com um saco de rede na maturação.

Doenças

A ferrugem faz pústulas alaranjadas nas folhas e o carvão do milho forma tumores esbranquiçados e depois negros nas espigas, que devem ser retirados e destruídos antes de rebentarem. As manchas foliares aparecem em tempo húmido. Escolhe o ponto mais arejado e não semeies demasiado denso dentro do bloco, para a folhagem secar depressa depois da chuva. Faz rotação de três anos e retira todos os restos da cultura no fim.

Colheita

A espiga está no ponto quando os estigmas na ponta estiverem castanhos e secos e um grão furado com a unha deitar um líquido leitoso: se o líquido for aquoso falta tempo, se for pastoso já passou. O açúcar converte-se em amido em poucas horas depois da colheita, por isso colhe imediatamente antes de cozinhar. Puxa a espiga para baixo e torce para a soltar. A cor de referência é amarelo alaranjado, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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