Pepino Marketmore

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500 sementes
€15,90 EUR
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Pepino Marketmore

Pepino Marketmore

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE

Um pepino de referência: frutos verde-escuros, sem amargor, com polpa firme, poucas sementes e aroma intenso.

Sobre a variedade. Frutos de 150–200 g, hábito semi-determinado e porte até 60 cm. Resistente a diversas doenças do pepino e muito produtivo ao ar livre. Quando a casca começa a mostrar riscas brancas, o fruto já passou do ponto ideal — colha antes. Bons companheiros: aipo, alface, beterraba, borragem, cebola e feijão.

Ficha de cultivo e calendário de sementeira

Ficha de cultivo

Pepino Marketmore

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Dias até à colheita
40–50 dias desde a transplantação
Germinação
5–10 dias
Profundidade de sementeira
2–3 cm
Compasso
100 × 100–120 cm (na linha × entre linhas)
Altura da planta
60 cm
Temperatura ideal
20–30 °C
pH do solo
6,0–7,0
Geada
Sensível

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Flor comestível
  • Melífera
Quantidade por saqueta

Portes grátis para Portugal continental e Espanha peninsular a partir de 35 €. Abaixo disso, a partir de 4,91 €.

Para ajudar estas sementes a crescer

Itinerário técnico

Como cultivar pepino marketmore?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em vaso individual três a quatro semanas antes da plantação, a dois ou três centímetros e com a semente de lado, a 22 °C a 25 °C. Germina em cinco a oito dias. Detesta que lhe mexam na raiz: usa vaso biodegradável ou transplanta com o torrão intacto. Também podes semear directamente, duas ou três sementes por cova, com o solo acima de 15 °C, deixando depois a planta mais forte. As primeiras flores são todas masculinas e não dão fruto; se mais tarde os frutos secarem ainda pequenos, falta polinização: poliniza à mão de manhã cedo com um pincel.

Solo

Quer solo profundo, solto, muito rico em matéria orgânica e bem drenado, com pH entre 6,0 e 7,0. A prática clássica é abrir uma cova larga, encher a de composto maduro e plantar sobre esse ponto, o que dá à planta a reserva de que precisa. Roda de quatro em quatro anos com plantas de outras famílias.

Clima

Precisa de calor constante entre 20 °C e 30 °C e de sol, mas agradece meia sombra nas horas mais quentes do Verão ibérico. Abaixo de 12 °C pára de crescer e amarga. É muito sensível ao vento seco, que queima as folhas. No interior de Portugal e Espanha o calor é o factor limitante e não o frio: nas semanas em que a temperatura passa dos 35 °C a planta pára de vingar e convém dar sombra ligeira a meio do dia. Em França o cultivo ao ar livre é seguro do centro para sul, enquanto no norte e na Alemanha compensa cultivar em estufa, túnel ou junto a um muro virado a sul, plantando só depois de passar o risco de geada tardia, que nessas regiões é por meados de Maio. Esta é uma variedade precoce, o que a torna especialmente indicada para regiões de Verão curto como o norte de França e a Alemanha, e também para uma segunda cultura de fim de estação no Sul.

Fertilização

Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido por metro quadrado antes de plantar e junta um punhado de cinza de madeira para reforçar o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

O fruto é quase todo água e qualquer stress hídrico dá pepinos tortos, ocos ou amargos. Rega abundantemente e todos os dias no calor, sempre ao pé da planta e de manhã. A cobertura de palha é essencial para manter a humidade e a raiz fresca.

Controlo de Infestantes

O período crítico é o primeiro mês, antes de a folhagem cobrir o solo. Sacha à mão nessa fase e, quando as guias começarem a alastrar, deixa de mexer na terra: a partir daí a própria planta abafa as infestantes. Uma cobertura de palha por baixo da folhagem mantém os frutos limpos e secos e reduz muito as perdas por podridão de contacto com o solo.

Controlo de Pragas

As pragas principais são o afídeo, a aranha vermelha, os tripes e a mosca branca, e nas plantas jovens as lesmas e os caracóis, que podem cortar uma planta acabada de nascer numa noite. Protege as plântulas com uma garrafa cortada ou uma barreira de cinza nas primeiras semanas. Contra afídeos e mosca branca aplica sabão potássico ao fim da tarde; contra a aranha vermelha, que aparece no calor seco, molha a folha de manhã e usa óleo de neem.

Doenças

O oídio é praticamente inevitável e reconhece-se pelo pó branco na face superior da folha, sobretudo a partir de meados do Verão. Trava-se com bicarbonato de potássio ou enxofre aplicado aos primeiros sinais, folhas velhas retiradas e boa circulação de ar. O míldio das cucurbitáceas dá manchas amarelas angulosas limitadas pelas nervuras e prospera na humidade do litoral. A antracnose e a podridão do colo aparecem em solo encharcado. Faz rotação de quatro anos e retira todos os restos da cultura no fim da estação, porque é neles que os fungos passam o Inverno.

Colheita

Colhe jovem e com frequência, de dois em dois dias em plena produção. Um pepino deixado a engrossar demais fica amargo, cheio de sementes duras e, pior, faz a planta parar de produzir. Corta sempre com tesoura deixando um pedaço de pedúnculo. O amargor concentra-se na ponta do pedúnculo e na pele, por isso descasca-o se tiveres dúvidas. Conta cerca de 40 a 50 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é casca verde escura e polpa branca esverdeada, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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