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Salvia verbenaca

Salvia verbenaca

€1,99 EUR
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Uma salva nativa de grande elegância — inflorescências azul-violeta que atraem polinizadores e iluminam o jardim durante meses.

Sobre a variedade. A Salva-dos-caminhos é uma perene ibérica que forma uma roseta basal compacta, a partir da qual emergem hastes floridas de grande impacto visual. Muito melífera e adaptável a vários tipos de solo, mas sensível ao encharcamento. Cresce bem também em vaso.

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Salvia verbenaca

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Salvia verbenaca

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Salvia verbenaca
Profundidade de sementeira0,3–0,5 cm
Compasso 30–40 × 35 cmna linha × entre linhas
Altura da planta60–90 cm
Temperatura ideal15–25 °C
pH do solo6,5–7,5

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Sementeira directa
Transplantação
Floração
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Sementeira directa
Transplantação
Floração

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

  • Melífera
  • Atrai insectos auxiliares
  • Adequada a vaso
  • Sementeira directa

Itinerário técnico

Como cultivar salvia verbenaca?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em tabuleiro à superfície ou apenas coberta com uma camada muito fina, porque a semente é pequena e precisa de luz. Germina devagar e de forma irregular, em duas a quatro semanas, a 18 °C a 22 °C. Não afogues o tabuleiro: humedece com pulverizador. Transplanta com oito a dez centímetros e planta com o colo bem à superfície, nunca enterrado, porque é aí que a planta apodrece. Semeia no fim do Inverno ou na Primavera, em tabuleiro abrigado, para plantar no local definitivo depois das geadas.

Solo

Quer solo pobre, pedregoso, calcário e muito bem drenado, com pH entre 6,5 e 7,5. É o oposto do que se faz por instinto: quanto mais pobre e seco o solo, mais concentrado o aroma. Em solo pesado, planta em vaso, em canteiro elevado ou em talude, porque a humidade parada no Inverno é o que mata estas plantas.

Clima

Quer sol pleno e calor, entre 15 °C e 25 °C, e é resistente à seca depois de instalada. Aguenta o frio e também a humidade do litoral atlântico, onde cresce espontânea em bermas e caminhos. Está no seu elemento em clima mediterrânico: sol pleno, calor e solo seco. No litoral português cresce sem cuidados especiais e não precisa de canteiro elevado. No interior de Portugal e Espanha é praticamente autónoma depois de instalada. Em França cultiva-se sem dificuldade a sul do Loire, e na Alemanha o problema não é o frio seco mas o Inverno húmido, que apodrece a raiz: planta em solo muito drenado, em vaso ou em talude, e protege da chuva de Inverno. Em Itália aplica-se o mesmo calendário: as condições do centro e do sul aproximam-se das do sul de Portugal e de Espanha, e as do norte das do centro de França.

Fertilização

É pouco exigente e um solo demasiado rico prejudica-a. Basta um solo trabalhado com composto na cultura anterior, sem adubação adicional. O excesso de azoto produz plantas moles, aguadas e pouco aromáticas, muito mais sensíveis a pragas e ao frio.

Rega

Rega regularmente apenas no primeiro ano, enquanto a raiz se instala. Depois disso, praticamente não precisa de rega em solo aberto e o excesso de água é o erro mais comum: dilui o aroma, amolece o tecido e apodrece a raiz. Deixa secar bem entre regas.

Controlo de Infestantes

Sacha com frequência e sempre à superfície, porque as raízes são curtas e superficiais e partem com facilidade. O melhor método é preparar o canteiro com duas ou três semanas de antecedência, deixar germinar a primeira leva de infestantes, eliminá-la e só depois semear: ganha-se um avanço decisivo. Uma cobertura fina de composto peneirado entre as linhas reduz muito o trabalho seguinte.

Controlo de Pragas

As pragas são poucas porque o aroma da planta afasta muitos insectos. Os afídeos são o problema mais frequente e concentram-se nos rebentos tenros, sobretudo em plantas adubadas em excesso: corta as pontas atacadas e aplica sabão potássico. A aranha vermelha aparece no calor seco e em vaso, e trava-se molhando a folhagem de manhã. As lesmas e os caracóis devastam as plântulas: protege com barreira de cinza nas primeiras semanas. Os tripes e a cigarrinha são pontuais e raramente exigem intervenção.

Doenças

A doença que realmente mata estas plantas é a podridão da raiz e do colo por excesso de humidade, sobretudo em Inverno húmido e solo pesado. Não há tratamento: só prevenção com drenagem, plantação superficial e um punhado de areia grossa ou gravilha à volta do colo. O oídio pode aparecer em plantas amontoadas e resolve-se com poda de arejamento.

Colheita

Colhe as folhas da roseta e as hastes floridas cortando junto à base: não tem parte lenhosa e rebenta do centro. O momento de maior concentração de aroma é imediatamente antes da floração, de manhã, depois de o orvalho secar. No fim do Verão corta as hastes secas rente ao solo; a roseta mantém-se, dura anos e ressemeia-se sozinha. A cor de referência é azul-violeta, e é por ela que se avalia o ponto certo.

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