Saltar para a informação do produto
Beringela Zora

Beringela Zora

€2,03 EUR
Preço de saldo  €2,03 EUR Preço normal 
Impostos incluídos. Portes calculados na finalização da compra.

Solanum melongena

Beringela Zora, de frutos piriformes, roxo-escuro, médios e uniformes, com cálices pouco espinhosos. Transplantada em tabuleiro de Fev a Mai, adapta-se bem ao clima ibérico. Plantas vigorosas e muito produtivas, com frutos entre 200 e 250g.

  • €2,03

IVA incluído. Portes calculados no checkout.

Envio para a sua zona a partir de 15,39 €.

Beringela Zora

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo

Beringela Zora

Logótipo biológico da UE Biológico certificado PT-BIO-03 Agricultura UE/não UE
Ficha de cultivo – Beringela Zora
Dias até à colheita 60–70 dias desde a transplantação
Germinação7–21 dias
Profundidade de sementeira0,5–1 cm
Compasso 50–60 × 70–90 cmna linha × entre linhas
Temperatura ideal22–30 °C
pH do solo5,5–7,0
GeadaSensível

Calendário de sementeira

JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita
JanJ FevF MarM AbrA MaiM JunJ JulJ AgoA SetS OutO NovN DezD
Sementeira em tabuleiro
Transplantação
Colheita

Janelas indicativas; ajuste ao clima da sua zona.

Itinerário técnico

Como cultivar beringela zora?

Um guia de cultivo passo a passo, da sementeira à colheita.

Sementeira

Semeia em tabuleiro oito a dez semanas antes da plantação, a meio centímetro, com o substrato entre 25 °C e 30 °C. Tal como o pimento, é lenta a germinar e sem calor de fundo falha. Repica para vaso individual e planta fora só com noites acima de 15 °C, porque o frio precoce bloqueia a planta durante semanas. Nas regiões de Verão curto, cultiva em estufa ou túnel.

Solo

Quer solo profundo, fértil, quente e bem drenado, com pH entre 5,5 e 7,0. Aprecia solos que aquecem depressa, como os arenosos melhorados com composto. Um solo frio e pesado atrasa a planta de forma difícil de recuperar. Roda de quatro em quatro anos com culturas fora das solanáceas.

Clima

É a solanácea mais exigente em calor. Precisa de 22 °C a 30 °C e de sol pleno; abaixo de 15 °C pára completamente e a flor cai. Também sofre com vento forte, que parte os ramos. No litoral português a cultura arranca mais devagar porque as noites são frescas e o nevoeiro matinal prolonga a humidade nas folhas, por isso escolhe o ponto mais soalheiro e abrigado do vento e afasta bem as plantas para o ar circular. No interior de Portugal e Espanha o calor é o factor limitante e não o frio: nas semanas em que a temperatura passa dos 35 °C a planta pára de vingar e convém dar sombra ligeira a meio do dia. Em França o cultivo ao ar livre é seguro do centro para sul, enquanto no norte e na Alemanha compensa cultivar em estufa, túnel ou junto a um muro virado a sul, plantando só depois de passar o risco de geada tardia, que nessas regiões é por meados de Maio. Onde o Verão é curto, prefere sempre as variedades de ciclo mais curto e antecipa a sementeira em tabuleiro aquecido. Em Itália é cultura fácil: no centro e no sul planta-se a partir de Abril e o único cuidado real é uma sombra ligeira no calor de Julho e Agosto; no vale do Pó e no norte espera pelo fim das geadas tardias e escolhe o ponto mais soalheiro. Esta é uma variedade precoce, o que a torna especialmente indicada para regiões de Verão curto como o norte de França e a Alemanha, e também para uma segunda cultura de fim de estação no Sul.

Fertilização

É uma cultura exigente. Incorpora dois a três quilos de composto bem curtido ou estrume maduro por metro quadrado antes de plantar e junta um punhado de farinha de ossos ou de cinza de madeira para reforçar o fósforo e o potássio. Depois do arranque, aplica adubo orgânico líquido a cada duas ou três semanas, passando de uma fórmula equilibrada para uma mais rica em potássio quando a planta entra em produção. Evita o excesso de azoto, que dá muita folha e pouca colheita e atrai afídeos.

Rega

Rega abundante e regular durante todo o ciclo, sempre ao pé da planta. A falta de água endurece a polpa e amarga o fruto; o excesso apodrece a raiz. A cobertura de palha é quase obrigatória no Verão ibérico para manter a raiz fresca.

Controlo de Infestantes

Sacha à mão nas primeiras semanas, quando a planta ainda é pequena e perde qualquer disputa por luz e água. Depois de instalada, cobre o solo com uma camada de cinco a sete centímetros de palha, relva seca ou folhas: trava as infestantes, mantém a humidade e evita que a chuva salpique terra para as folhas de baixo, que é como começa a maioria das doenças. Sacha sempre superficialmente para não cortar as raízes que correm à flor da terra.

Controlo de Pragas

O escaravelho da batateira e a aranha vermelha são as pragas mais destrutivas, seguidos de afídeos, mosca branca e tripes. Apanha os escaravelhos e as posturas alaranjadas à mão logo no início e aplica Bacillus thuringiensis var. tenebrionis se a população crescer. A aranha vermelha instala-se no calor seco, sobretudo em estufa: aumenta a humidade do ar, lava a folha e usa óleo de neem. Sabão potássico controla afídeos e mosca branca.

Doenças

A verticiliose é a doença mais séria: a planta murcha a meio do dia e recupera à noite, até secar. Não tem tratamento e evita-se com rotação longa e solo bem drenado. O oídio e a botrytis aparecem em ambiente fechado e húmido, sobretudo em estufa mal arejada. A podridão do colo surge quando se planta em solo encharcado ou fundo demais: planta ao mesmo nível a que estava no vaso.

Colheita

Colhe quando a pele estiver brilhante e firme e o fruto ceder ligeiramente à pressão. Uma pele baça e sementes escuras significam que passou do ponto e ficou amarga. Corta sempre com tesoura ou faca, porque o pedúnculo é lenhoso e puxar danifica a planta. Colher cedo e com frequência mantém a planta a produzir até ao fim da estação. Conta cerca de 60 a 70 dias desde o transplante até à primeira colheita desta variedade. A cor de referência é roxo escuro, e é por ela que se avalia o ponto certo.

Também poderá gostar